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Aumento no Consumo

por Milena Mogi

 

A crise não afetou com tanta intensidade o varejo nos setores de comida, bebida, higiene, limpeza do lar, como já havia comentado em um post anterior.

Segundo uma pesquisa realizada pela LatinPanel o volume de compras subiu 9% e de gastos 15%, principalmente nas classes D e E, que foram beneficiadas com o aumento do salário mínimo e as bolsa-auxílio.

 

 

A freqüência de visitas ao mercado também aumentou, segundo Ana Claudia Fioratti, diretora-executiva do instituto de pesquisa que acompanha semanalmente 8.200 domicílios em todo o país “O consumidor está mais crítico, fazendo compras mais ‘picadinhas’. Vai comprando à medida que precisa”.

Em tempos de crise o consumidor fica mais atendo as oscilações de preços e avalia o custo-benefício.

A Crise Segundo “Einstein”

Enviado por Ana Lucia Mariz

 

 

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.

A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.

 

 

Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.

A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.

 

 

 

 

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia.

Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um.

Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.

 

 

 

 

Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não

 querer lutar para superá-la

 

 


Precisamos Mais do Jeito de Gente Simples

por Moysés Simantob

 

 

 

Gente simples sabe das coisas porque anda na terra batida com o pé descalço. Sabe o valor da terra. Pisa descalça porque sabe onde pisa. Pisa na terra-mãe que lhe dá o fruto, o sustento e a própria vida. Essa gente sabe sonhar. Sonha simples. Sonha o sonho possível, que atende as suas necessidades básicas. Essa gente não quer mudar o mundo, quer mudar a si mesma, para na terra e da terra viver melhor. Gente simples está em todos os lugares e em muito maior número que a outra gente. Gente simples inova todos os dias. Não porque receba memorandos ou porque alguém diz que é preciso inovar; inova para sobreviver. Improvisa, faz arremedos, ajeita para ver o que funciona, como funciona e se atende as suas necessidades diárias. Esta é a solução que gente simples busca. Não faz business plan, o que mais tarde não levará a lugar algum.

 

 

 

Gente simples não precisa aparecer; usa calça rasgada, os óculos amarrados com durex, e o sapato com a sola furada. E em dia de festa, veste-se feito galã. Sua força está na palavra e na atitude honesta e criadora de riqueza de autossustento. Essa gente não tem conta de investimento e, assim, não se preocupa com crises financeiras.  Já a conhece há anos, porque aprendeu a viver com menos. Gente simples cria coisas novas todos os dias, mas não tem patentes em seu nome. E nem escreve papers de seus achados para somar pontos em seu curriculum. Apenas conta histórias. Gente simples é marcada pelo desejo de produzir uma vida melhor para si e para os seus. Não seriam estas pessoas, então, os reais defensores do bem público?  Não seriam elas que deveriam nos representar no senado e na câmara dos deputados? Gente simples tem vergonha na cara. Pede desculpas quando erra e aprende com o erro cometido, evitando cometê-lo de novo. Gente simples se esforça para não se parecer com essa outra gente que não tem mais sonhos, sonhos que eram apenas de ordem material. Gente simples tem esperança no Brasil, porque são o Brasil. Gente simples, canta, dança e rola na areia da praia. A outra gente é tensa, tem medo até da sombra, porque tem uma dívida impagável; deve a própria alma.  

 

 

Gente simples sabe das coisas, porque suas histórias passam de pai para filho.

 

E, assim, vão construindo a narrativa de uma vida que a gente não quer e não pode esquecer, bem diferente das histórias que a outra gente estampa, a cada dia, de forma repugnante, nas manchetes dos jornais. 

Crise Compromete Avanço da Inovação nas Economias

por Abrahão Dejtiar

 

 

Reportagem na Folha de S. Paulo aborda como a crise afetou o desenvolvimento esperado da inovação. A reportagem fala sobre a queda do desenvolvimento e apresenta uma pesquisa realizada pela revista “Economist”, que criou um ranking dos países mais inovadores.

 

Com o turbilhão financeiro, os países tornaram-se menos inovadores e poderão sofrer graves consequências nos próximos cinco anos. Esperava-se um incremento de 6% até 2013 na média do índice de inovação mundial. Essa média foi revista para 2%. Os EUA são os mais afetados, seguidos pelo Reino Unido. O Brasil também piorou. Na contramão, China e Índia se destacam com os melhores desempenhos.

Folha de S. Paulo 24.04.2009

 

O Japão lidera o ranking com nota dez; outros países como os EUA, Reino Unido e o Brasil caíram uma posição na lista. A Líbia, entretanto, ficou em último lugar entre os 82 países avaliados, obtendo nota zero. Os analistas da “Economist” criaram um índice que vai de zero a dez e que corresponde a uma avaliação do ambiente necessário para que se estimulem o conhecimento e os resultados práticos da inovação.

Já os chineses cresceram cinco posições, entre 2006 e 2008, e os indianos subiram duas.

Segundo os dados do U.S. National Science Board, os investimentos em ciência e tecnologia, nos EUA, tiveram redução devido ao atual cenário econômico; nem mesmo a verba destinada à pesquisa  nas universidades escapou aos cortes.

Resultado: o próprio governo teme a  redução da competitividade do país no mercado internacional e a diminuição de mão de obra qualificada.
Na contramão desse movimento, China e Índia registraram os maiores crescimentos.

Folha de S. Paulo 24.04.2009

A Crise Chegará ao Varejo ?

por Moysés Simantob

Em tempo de crise o varejo não está sendo tão afetado como as demais áreas. Segundo Aylton Fornari, presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, o varejo é o último a sentir os impactos da crise internacional, porque primeiro as pessoas diminuem os gastos com prestações e produtos supérfluos, deixando por último os cortes com alimentação.

 

No mês de março, foi divulgado pela ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) que as vendas nos supermercados cresceram 6,54% em janeiro de 2009, em relação ao mesmo mês de 2008.
Isso significa que, mesmo em meio à crise mundial, o rendimento médio dos trabalhadores brasileiros foi crescente. Consequentemente algumas redes de supermercados estão investindo em aberturas de novas lojas. O grupo Wal-Mart, por exemplo, influenciado por uma visão de longo prazo e pelo crescimento de 13,1% nas vendas do ano passado,  investirá R$ 450 milhões de reais e abrirá 30 lojas.
Héctor Núñez, presidente da rede, diz que “O Wal-Mart foi concebido para momentos como este.”  e prevê que o consumo dobre no país, nos próximos 5 anos, o que prova que a crise dificilmente chegará com tanta intensidade ao varejo.

 

Innovation Conference 2009


 

Em seu primeiro ano, o evento Innovation Conference, falará sobre inovação e tecnologia, colocando em pauta a seguinte pergunta:

Como reduzir os riscos do processo de Inovação no atual cenário de crise mundial?

Está pergunta será respondida por grandes especialistas do mundo corporativo que demonstrarão o diferencial que a Inovação pode fazer em tempos de crise, aplicando os conceitos de Open Innovation e Inovação Sistemática.

O evento acontecerá no dia 15 de Abril das 08h00 às 18h00 na Câmara Americana de Comércio – SP

Maiores informações no site: www.innovationconference.com.br