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10 milhões de usuários e 60% são mulheres

10 milhões de usuários e 60% são mulheres

Conheça o Pinterest.

O Pinterest decolou no final de 2011, já chegou a 10 milhões de usuários e pretende fazer muito sucesso em 2012.

A rede social já é queridinha entre as mulheres que dominam seu público, com quase 60%, portanto, marcas como a GAP já descobriram a nova ferramenta.

A proposta do Pinterest é funcionar como um mural, onde você coloca conteúdos visuais como fotos e vídeos, seus seguidores pode comentar, compartilhar e “curtir” suas publicações.

Como toda rede social você pode seguir quem posta conteúdos de sua preferência, que na maioria das vezes são trocas de opiniões, ideia e dicas.

Para quem gosta de compartilhar os conteúdos interessantes que acha na web, provavelmente o Pinterest será uma boa opção.

Pense Duas Vezes Antes de Comprar

Pense Duas Vezes Antes de Comprar

Imagine uma empresa que, ao invés de pedir que seus clientes comprem mais, faz um apelo para que eles pensem antes de comprar produtos novos. Está é uma iniciativa da marca de roupas esportivas Patagônia, que por incrível que pareça fatura U$ 400 milhões anuais.

A ação vai além de um apelo motivacional, a empresa se uniu ao eBay, para incentivar a compra de roupas usadas da marca, onde o usuário pode comprar roupas novas ou dar lances nos produtos de segunda mão.

Mas esta não é a primeira ação sustentável e social da empresa, em 2005 criaram o programa Common Threads, onde os clientes enviam roupas da marca que não utilizam mais para serem recicladas.

A iniciativa arrecadou cerca de 45 toneladas de roupas, que foram recicladas, transformando-se em 34 toneladas de roupas novas.

“Nós somos a primeira empresa a pedir que os consumidores assumam um compromisso formal e sejam parceiros no esforço de reduzir o consumo e manter seus produtos longe dos aterros ou incineradores”, diz Yvon Chouinard, dono da marca e principal executivo da empresa.”O programa pede que os consumidores deixem de comprar aquilo de que não precisem. Se realmente precisarem, que comprem algo que vá durar muito – e que consertem o que estragar e revendam o que já não usam. Finalmente, que reciclem o que estiver realmente rasgado”. (Revista Pagina 22)

Iniciativas como está mostram a importância do papel e do posicionamento das empresas no ciclo do desenvolvimento sustentável.

O Consumo Colaborativo

O Consumo Colaborativo

O consumo colaborativo é a nova realidade de mercado. Com a idéia de gastar menos, comprar mais e principalmente ajudar na preservação do planeta. Ao invés de comprar, trocar ou alugar bens de consumo, este fenômeno vem crescendo em todo o mundo e agora no Brasil.

A tendência do consumo colaborativo cresce em torno da teoria dos 3Rs (três erres): redução do consumo de resíduos, reutilização dos produtos e reciclagem ao final da vida útil. A transformação do bem em serviço é o que faz a proposta ser tão atraente para a expansão do pensamento de que “o que é seu, também é nosso”. (Fonte: Info)

No livro Consumo Colaborativo (Collaborative Consumption), a escritora e consultora Rachel Borsman e o empreendedor Roo Rogers definem o Consumo Colaborativo  como “refere-se à expansão das práticas de compartilhamento, troca, empréstimo, intercâmbio, aluguel e doação, reinventados por meio da tecnologia de rede em uma escala e de uma maneira sem precedentes”.

Aqui no Brasil encontramos alguns sites que oferecem serviços de aluguel fracionado de carros Zazcar, bazar vitural Enjoei, um espaço de coworking da The Hub e o INIO (I Need, I Offer) onde todo o sistema de trocas é feito pelo Facebook, que atualmente conta com  1.100 pessoas cadastradas.

Outro serviço brasileiro é o DescolAí, que possibilita não apenas trocar bens, mas também alugá-los.

“O DescolaAí nasceu quando, olhando a quantidade de lixo que estamos coletando via TerraCycle, começamos a nos perguntar como evitar a geração de resíduos. Fui atrás de projetos internacionais, mas nenhum atendia as necessidades do projeto para o Brasil. Isso porque o brasileiro é desconfiado, então o maior investimento do projeto até agora está no desenvolvimento da tecnologia aplicada, para darmos total segurança para os usuários”, diz Guilherme Brammer, presidente do TerraCycle no Brasil e criador do site DescolaAí.

Portanto, a idéia não é deixar de usar os produtos, mas sim, possuir menos e compartilhar mais.

O Design na Construção de Identidade de Marca

O Design na Construção de Identidade de Marca

Praticamente todo brasileiro usa, já usou e conhece aquelas sandálias clássicas, as Havaianas, que de sandália de operário foi reinventada para conquistar consumidores no mundo todo e de todas as classes sociais.

Pelo processo do Design Thinking, a marca trouxe novos conceitos, pensando no consumidor e descobrindo o que agrega valor à ele. Apostou na criação de personalidade em seus produtos com estampas e cores, entretanto, sem deixar seus atributos: como não ter cheiro, não deformar e suas tiras que não soltam.

Até não tem muita novidade, no entanto, o processo de Design Thinking não modificou apenas suas sandálias, também ajudou na criação de um novo produto, desenvolvido em parceria com a IDEO, a intenção era criar uma linha de bolsas que compartilhassem a ousadia das suas sandálias.

Para criar as bolsas, primeiramente, a IDEO buscou entender a essência da marca, entrevistando brasileiros de origens demográficas e socioeconômicas diversas, encontrando pontos em comum entre eles – todos tinham um espírito vibrante e apreciação pela simplicidade, autenticidade, diversão, alegria e prezavam o conforto físico.

Ao invés de gerar apenas idéias, a IDEO resolveu fazer séries de Handstorms, gerando protótipos de bolsas, de vários formatos e materiais, e a avaliação era feita conforme a personalidade da marca. Chegando a um estilo de bolsa simples, sem complicações, desencanada, sempre mantendo sua conexão com a identidade brasileira da marca.

Apple atinge marca de 10 bilhões de downloads de aplicativos

Apple atinge marca de 10 bilhões de downloads de aplicativos

Apple informou que sua loja virtual atingiu a marca de 10 bilhões de downloads de aplicativos desenvolvidos para seus produtos. O patamar foi atingido em um momento em que a companhia espera que os iPhone e iPad fiquem ainda mais populares com a inclusão, a partir de fevereiro, do Verizon Wireless como operadora.

A companhia já vendeu milhões de iPhones desde o lançamento do produto em 2007 e continua a expandir o uso de aplicativos com o tablet iPad. A loja virtual de aplicativos da Apple atraiu milhares de programadores de software. A loja possui agora mais de 300 mil programas diferentes que podem ser utilizados no iPhone e no iPad. As informações são da Associated Press.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

Sustentabilidade: qual o real valor para seu negócio?

Sustentabilidade: qual o real valor para seu negócio?

Sustentabilidade: qual o real valor para seu negócio?

Palestra realizada para Kantar WorldPanel no lançamento do GreenTermometer em São Paulo, Outubro/2010

We All Want to Be Young

We All Want to Be Young

O filme ‘We All Want to Be Young’ é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo. Vale assistir!

Uma Nova Proposta de Valor é o Desafio da Empresa Inovadora Sustentável

A velocidade das mudanças climáticas, sociais e tecnológicas tem sido tão vertiginosa que está tornando obsoletas as organizações que não se adequam às novas necessidades. Essa realidade força os administradores a aprender mais rápido, o que exige métodos que permitam representar e avaliar a complexidade cada vez maior do ambiente que os cerca.

Como disse o futurista Peter Schwartz, “os indivíduos e as organizações têm pouco controle sobre as forças ambientais que causam mudanças nas sociedades e nas organizações. Porém, os estrategistas podem descrever uma situação estratégica usando seu conhecimento sobre a natureza e a estrutura do negócio, bem como usando seu conhecimento das metas de longo prazo da empresa e do ambiente no qual ela está imersa”.

Nesse contexto, sobra pouco espaço para organizações departamentalizadas, desenhadas como se fossem máquinas, com processos rigidamente mecânicos e que funcionavam bem para um momento, um mercado e uma expectativa da sociedade que não existem mais.

Conectividade entre ambientes

Atualmente, os negócios exigem a construção de cenários que incluem muito mais conectividade entre o ambiente global (economia, tecnologia, cultura), ambiente de mercado

(consumidores, competidores, fornecedores) e ambiente da empresa (produção, distribuição e comunicação). Somente quem

dominar esses três ambientes entenderá porque, para 87% dos executivos de 133 empresas em 29 países, as mudanças climáticas representam o maior desafio para os negócios nos próximos cinco anos. Ou ainda, como, de 10 mil consumidores ouvidos em 22 países, cerca de 95% alegam disposição para pagar mais por um produto verde, comprovadamente sustentável, mas apenas 12% havia feito isso nos últimos 12 meses anteriores, por falta de oferta de produtos sustentáveis.

Ler esses cenários é fundamental, mas o que cria as condições para uma organização inovadora sustentável é entender a linguagem do novo consumidor. Segundo Jeffrey Immelt, CEO da GE, “quando a sociedade muda de opinião, é melhor estar na vanguarda que na retaguarda”. A criação do valor sustentável, como defende o professor da Universidade Cornell Stuart Hart – especialista em estratégias empresarias para as populações de baixa renda e autor de Capitalismo na Encruzilhada -, segue um modelo onde o planejamento se baseia em considerar sempre cenários presente e futuro nos aspectos interno e externo à empresa.

Questionamentos de resultados

Na prática, significa, por exemplo, tratar a prevenção da poluição com as seguinte perguntas: Onde se localizam os desperdícios e emissões da organização? Podemos baixar custos e riscos através da eliminação de desperdícios? Vencer esses desafios é caminhar para o uso de tecnologias limpas. No plano externo, o questionamento deve levar em conta questões como as implicações para o desenvolvimento de produtos se for assumida a responsabilidade pelo ciclo total de vida dos produtos ou se é possível reforçar a legitimidade e a reputação da organização através do engajamento de mais stakeholders (ou novos grupos de fornecedores, consumidores etc.).

O resultado de um processo como esse é minimizar o processo de resíduos e melhorar a produtividade dos recursos, desenvolvendo novas competências, que levam a saltos inovadores e à descoberta de necessidades não satisfeitas, que podem ser oferecidas pela organização. Por outro lado, se consegue um menor impacto no ciclo de vida do produto e eleva-se a transparência da organização.

Esse caminho não é fácil e óbvio, mas já há iniciativas em todos os setores e tamanhos de empresas. Mesmo que os resultados não apareçam de repente e em todas as áreas simultaneamente, as metas precisam ser encaradas em conjunto e com planejamento de longo prazo.

Maura Campanili e Moysés Simantob

Aumento no Consumo

por Milena Mogi

 

A crise não afetou com tanta intensidade o varejo nos setores de comida, bebida, higiene, limpeza do lar, como já havia comentado em um post anterior.

Segundo uma pesquisa realizada pela LatinPanel o volume de compras subiu 9% e de gastos 15%, principalmente nas classes D e E, que foram beneficiadas com o aumento do salário mínimo e as bolsa-auxílio.

 

 

A freqüência de visitas ao mercado também aumentou, segundo Ana Claudia Fioratti, diretora-executiva do instituto de pesquisa que acompanha semanalmente 8.200 domicílios em todo o país “O consumidor está mais crítico, fazendo compras mais ‘picadinhas’. Vai comprando à medida que precisa”.

Em tempos de crise o consumidor fica mais atendo as oscilações de preços e avalia o custo-benefício.