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Financiamento coletivo, uma nova forma de mobilização social

Financiamento coletivo, uma nova forma de mobilização social

Já ouviu falar em Crowdfunding?

Imagine que você tem uma boa ideia, mas não sabe como adquirir financiamento para torná-la possível.

O crowdfunding foi criado justamente para resolver esse tipo de barreira. A famosa vaquinha se tornou virtual, trocou de nome e alcançou pessoas do mundo inteiro.

Com o objetivo simples, fazer com que diversas pessoas contribuam com pequenas quantias de dinheiro, viabilizando de forma colaborativa projetos de seu interesse.

No Brasil, os site de crowdfunding mais conhecido é o Cartase, que já arrecadou  mais de 1 milhões de reais em projetos bem sucedidos.

Vale a pena ver o vídeo do Cartase mostrando como os números de projetos cresceram no país.

Outros sites como CARE também estão utilizando plataformas de crowdfunding para ajudar o próximo. Lançaram uma campanha pra a reconstrução da creche de São Gonçalo (RJ) que foi danificada após enchentes.

A campanha já está no ar pelo site Let’s. Confira:

E você,  qual ideia gostaria de ter patrocinada?

A Primeira Constituição Colaborativa

A Primeira Constituição Colaborativa

Criar uma Constituição colaborativa foi a ideia da Islândia para que toda a população possa acompanhar as alterações da atual Constituição, que está em vigor desde 1944, e sugerir novas cláusulas.

Para que o projeto fosse possível, o Conselho Constitucional criou uma página no Facebook, como principal meio de comunicação, entretanto, foram usados diversos tipos de Redes Sociais como Twitter, Flickr e Youtube, para engajar e estimular a população a participar do projeto.

O documento ficará pronto no final do ano e será a primeira Constituição colaborativa do mundo.

Fonte: http://www.midiassociais.net/2011/06/islandia-usa-facebook-para-escrever-constituicao-colaborativa/
http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5187106-EI12884,00-Islandia+usa+Facebook+para+escrever+nova+Constituicao.html

O Consumo Colaborativo

O Consumo Colaborativo

O consumo colaborativo é a nova realidade de mercado. Com a idéia de gastar menos, comprar mais e principalmente ajudar na preservação do planeta. Ao invés de comprar, trocar ou alugar bens de consumo, este fenômeno vem crescendo em todo o mundo e agora no Brasil.

A tendência do consumo colaborativo cresce em torno da teoria dos 3Rs (três erres): redução do consumo de resíduos, reutilização dos produtos e reciclagem ao final da vida útil. A transformação do bem em serviço é o que faz a proposta ser tão atraente para a expansão do pensamento de que “o que é seu, também é nosso”. (Fonte: Info)

No livro Consumo Colaborativo (Collaborative Consumption), a escritora e consultora Rachel Borsman e o empreendedor Roo Rogers definem o Consumo Colaborativo  como “refere-se à expansão das práticas de compartilhamento, troca, empréstimo, intercâmbio, aluguel e doação, reinventados por meio da tecnologia de rede em uma escala e de uma maneira sem precedentes”.

Aqui no Brasil encontramos alguns sites que oferecem serviços de aluguel fracionado de carros Zazcar, bazar vitural Enjoei, um espaço de coworking da The Hub e o INIO (I Need, I Offer) onde todo o sistema de trocas é feito pelo Facebook, que atualmente conta com  1.100 pessoas cadastradas.

Outro serviço brasileiro é o DescolAí, que possibilita não apenas trocar bens, mas também alugá-los.

“O DescolaAí nasceu quando, olhando a quantidade de lixo que estamos coletando via TerraCycle, começamos a nos perguntar como evitar a geração de resíduos. Fui atrás de projetos internacionais, mas nenhum atendia as necessidades do projeto para o Brasil. Isso porque o brasileiro é desconfiado, então o maior investimento do projeto até agora está no desenvolvimento da tecnologia aplicada, para darmos total segurança para os usuários”, diz Guilherme Brammer, presidente do TerraCycle no Brasil e criador do site DescolaAí.

Portanto, a idéia não é deixar de usar os produtos, mas sim, possuir menos e compartilhar mais.

“Vote, Match and Unite: MyVoterNation”

“Vote, Match and Unite: MyVoterNation”

A rede social MyVoterNation poderia ser apenas mais uma entre as várias plataformas criadas na web, mas seu diferencial está na forma que ela integra os usuários.

MyVoterNation é uma plataforma de reflexão social, onde os usuários podem votar sobre temas atuais dos EUA e debater com congressistas, outros eleitores que votarão na eleição de 2012, política internacional etc. Os usuários podem organizar os conteúdos por assunto, tornando mais fácil a interação em torno de crenças e valores acerca de questões sociais. Quando alguém posta um comentário sobre um dos assuntos da rede social, naturalmente cria condições para outras pessoas serem  recrutadas para opinar, debater e votar.

Mais uma maneira democrática de trazer questões relevantes ao alcance da população.

Wishcraft – Criamos Bolsas Coletando Lixo Reciclável

Wishcraft – Criamos Bolsas Coletando Lixo Reciclável

Uma forma diferente e sustentável de manter e atrair novos alunos para a escola, a escola particular Cavite Institute, nas Filipinas, criou um projeto inovador, ao invés de pagar as mensalidades com dinheiro, os alunos que não tem condições financeiras podem pagar com lixo.

No Programa “Wishcraft” (siga em inglês de Criamos Bolsas Coletando Lixo Reciclável e Gerado com Frequência) as bolsas de estudos ou os descontos variam conforme a quantidade e o tipo de material reciclável, isto ajuda que estudantes de áreas carentes também possam ter acesso a um ensino de qualidade.

Muitos alunos que podem pagar as mensalidades trazem os lixos da sua casa para doar e alguns estudantes até convidam seus vizinhos e parentes para ajudarem nas coletas destinadas ao pagamento dos seus estudos, tornando o programa colaborativo.

O programa proporciona  acesso a educação, permitindo que crianças e adolescentes que apresentam diferenças sociais possam ter um futuro melhor e conscientizando-os da importância de cuidar do meio-ambiente.

Mais uma iniciativa inovadora para tratar de um dos problemas mais pungentes da sociedade atual.

A onda agora são os cibercéticos ou sempre fomos assim?!

A onda agora são os cibercéticos ou sempre fomos assim?!

Será que estamos vivendo uma era de comunicação tão frenética que chega a parecer doentio? Segundo a socióloga, Sherry Turkle, professora de Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia no Programa Ciência, Tecnologia e Sociedade do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), tudo isso nos torna menos humano e mais depende das tecnologias.

“Um comportamento que se tornou comum ainda é capaz de expressar os problemas que outrora nos levaram a vê-lo como patológico” Sherry Turkle em seu novo livro, “Alone Together” .

Sherry Turkle defende a tese de que essas novas formas de comunicação, Facebook, Twitter e mensagens instantâneas, nos dão a falsa impressão de uma comunicação mais eficaz, no entanto, elas acabam com as interações na vida real, tornando as pessoas cada vez mais solitárias.

Entretanto há outro lado da história, as redes sociais tornaram possível a comunicação entre pessoas que vivem em lugares geograficamente e socialmente diferentes, diminuindo as distâncias existentes no mundo real.

Essa comunicação rápida trouxe as empresas para mais perto do consumidor, nesta “nova era” eles querem ser ouvidos e terem seus problemas resolvidos o mais rápido possível.

Um bom exemplo disto é o caso do Oswaldo Borelli, que utilizou o Youtube e o Twitter para fazer uma crítica sobre a empresa Brastemp, o vídeo rapidamente se disseminou na WEB fazendo que a palavra Brastemp chegasse aos  Trend Topics mundiais do Twitter, a empresa publicou uma nota no seu site pedindo desculpas pelo ocorrido.

No vídeo ele explica toda sua história com a Brastemp:

É por essas e outras que um bom relacionamento nas redes sociais e na vida, depende da capacidade de perceber, compreender, refletir, questionar, agir e transformar. Pra mim, a criação de conhecimento nas redes, como na vida, vai passar sempre por conflitos criativos, por improvisação e liberdade de comunicação.

No fundo, não existe uma nova onda, padrões antigos estão sendo levados para as redes sociais, confirmando a hipótese que o ser humano é plural, ambíguo, paradoxal e cheio de dúvidas.

Inovação Social

Inovação Social

É preciso uma transformação social para resolver os problemas, como: exclusão social, democracia, participação cívica e falta de qualidade de vida, mas para isso é necessário modificar os modelos atuais.

A Inovação Social ajuda a encontrar novas soluções com parcerias público-privadas que pretendem estimular descobertas de técnicas e metodologias que favoreçam uma mudança social e o desenvolvimento sustentável.

Utilizar a criatividade do setor privado e dos empreendedores sociais para criar uma idéia de como melhorar o serviço público que é prestado atualmente.

Estas transformações também podem ser desenvolvidas com a ajuda da comunidade, encontrando no cotidiano, formas simples de melhoria das condições de vida.

O empreendedorismo social acredita que coisas novas e eficientes podem gerar um aumente na produtividade nos setores públicos e de caridade, muitos destes empreendedores são conhecidos até hoje por suas inovações sociais.

Muhammad Yunus é um bom exemplo disto, sempre que possível utilizo e indico seus livros e cases nas minhas aulas, palestras e clientes, Yunus é fundador do Grameen Bank, que foi ganhador do prêmio Nobel da paz.

Também temos um exemplo nacional, a Teia MG, com o objetivo disseminar os conhecimentos sobre empreendedorismo, tecnologia e Inovação,  apresentando a comunidade meios de construir um conhecimento coletivo através da web colaborativa.

Graves problemas sociais têm sido resolvidos por projetos inovadores, no entanto, os resultados gerados não são os esperados, mesmo com o grande fluxo de boas idéias.

Inteligência? O que temos feito dela nas empresas?

No evento realizado na FIESP onde participei como painelista do 3º Seminário Internacional de inteligência Estratégica, o foco do debate foi a “Inteligência Estratégica como ferramenta de gestão do século XXI”.

Quero começar dizendo que entendo inteligência como “uma capacidade mental bastante geral que, entre outras coisas, envolve a habilidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, pensar de forma abstrata, compreender idéias complexas, aprender rápido e aprender com a experiência” (Wikipédia). Não é uma mera aprendizagem literária, uma habilidade estritamente acadêmica ou um talento para sair-se bem em provas. Ao contrário disso, o conceito refere-se a uma capacidade mais ampla e mais profunda de compreensão do mundo à sua volta – segundo a “Mainstream Science on Intelligence”, seria algo como ‘pegar no ar’, ‘pegar’ ou ‘perceber’” o sentido das coisas.

Também me chama atenção os estudos recentes do professor Daniel Goleman e Howard Gardner que discriminam as inteligências em

O que nos chama a atenção é a predominância da Linguística.

Gosto também de pensar na obra de Edgar Morin, que nos fez ver a diferença entre uma cabeça bem cheia de uma cabeça bem–feita.

Mas, confesso que atualmente o saber organizacional mais se parece com que o antropólogo inglês Peter Burke, que define a administração moderna sendo algo mais próximo de uns conjuntos de atos de pragmatismos, que dentro do campo da ciência, tecnologia, inovação e arte.

O que pra mim faz todo o sentido…

Ainda dentro do contexto do que chamamos de inteligência estratégica, prefiro pensar em termos de criação coletiva de inteligência.

O seu uso me parece bem interessante, em particular, sob a ótica da Inovação Aberta e dos processos de crowdsourcing, esse modelo de produção que utiliza a inteligência, os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias (segundo a Wikipédia, a enciclopédia livre.).

Agora, segundo a Professora Marie Reine Boudarel, pensar em inteligência estratégica consiste ainda em integrar fatores como a intensidade da competição, a competição internacional, a necessidade de criação de valor sustentável, ser capaz de mobilizar recursos técnicos, mobilizar conhecimento, mudanças no panorama econômico e os novos níveis de eficiência e produtividade das empresas,  que exigem soluções criativas.

Nesse sentido, quero lembrar que as empresas que desenvolvem uma prática sistemática de Inteligência de mercado têm cada vez mais se apoiaram em Dinâmica de Sistemas no Brasil, mediante a Sociedade Brasileira de Dinâmica de Sistemas - SBDS – uma associação de direito privado sem fins lucrativos, de caráter científico, cultural e multidisciplinar. Com sede aqui na cidade de São Paulo, e que congrega os profissionais das mais variadas áreas para auxiliar no planejamento e gestão na condução de negócios; no estudo e na definição de políticas corporativas e governamentais; no ensino de ciências de escolas de nível fundamental, médio e superior; e em muitas outras áreas de aplicação.


Dinâmica de Sistemas
pode ser entendida, então, como uma linguagem (computacional) para descrever o comportamento de complexos sistemas ao longo do tempo.

Com a ampla difusão dos ambientes computacionais gráficos, popularizou-se desde o início da década de 90, e o uso de softwares e serviços web de Dinâmica de Sistemas. Permitindo a construção e simulação de modelos de diversos tipos de sistemas: corporativos, econômicos, ambientais, físicos, químicos, biológicos, cadeias produtivas, etc.

Lançada com a publicação do livro Industrial Dynamics (Dinâmica Industrial) em 1961, com a autoria de Jay Wright Forrester, seu uso ainda hoje é pouco conhecido.

E para terminar, será preciso falar dos Living labs e das redes sociais corporativas que representam hoje a socialização do k;

Sobre os Living Labs, são ambientes para inovação aberta  em situações da vida real, onde a inovação é orientada para o utilizador que está dentro do processo de co-criação de novos serviços,  produtos e infra-estruturas sociais em um contexto regional. Catalisar a sinergia das PME Redes Colaborativas e Comunidades Virtuais que podem ser Públicas, Privadas e de Parcerias é o seu maior desafio.

Nos últimos anos os Living Labs tornaram-se um poderoso instrumento para a efetiva participação do  usuário em todas as fases da investigação, desenvolvimento e processo de inovação, contribuindo assim para a competitividade e crescimento de novos negócios, sobretudo, com empresas como Nokia, IBM e Ericsson entre outras tantas.

Desenvolvido pelo Professor William Mitchell, MIT, Boston, MediaLab, and School of Architecture and City Planning. Living Labs é uma metodologia de investigação para detectar, protótipar, validar e refinar soluções complexas em contextos múltiplos e envolventes da vida real

Na Europa tem sido mencionada em quatro contextos:

1. Trazer à vida tecnologia desenvolvida em laboratório e que se aplica em ambientes urbanos, seguindo uma abordagem user centric;

2. Desenvolver serviços de mobilidade para os cidadãos em comunidades próximas de tecnologias de mercado. Foco nos processos centrados no utilizador, nas atividades de co-design e co-criação, nas parcerias público-privadas, e na interação entre produtores e utilizadores;

3. Virtualizar um Living Lab como um contexto sensitivo de metodologia de I&D para multi-site e ambiente multi-stakeholder, para efeitos de criação de novos ambientes de trabalho orientados para perspectivas pan-europeias;

4. Desenvolver iniciativas industriais para validar novos serviços de mobilidade, num modelo centrado no utilizador real (Living Lab Finland Research Community e Public Projects of Dimes)

Como tem dito Gil Giardelli, CEO da Permission “As companhias terão de estreitar a relação com o consumidor, não para controlá-lo, mas para entendê-lo melhor e deixá-lo colaborar com a construção dos produtos.”,

Em suma, inteligência estratégica pra mim é soma de liberdade, conectividade e sustentabilidade, e esta última principalmente porque para que tenhamos um futuro comum as organizações terão que ser além de inovadoras, também sustentáveis, como disse Maurice Strong, (que esteve no topo da organização da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992) “Será preciso que a empresa contribua para alcançar um desenvolvimento socialmente includente, tecnologicamente prudente e economicamente eficiente”.

Eis ai um olhar curioso e provocativo sobre o futuro de ambientes organizacionais e um conjunto de previsões arriscadas sobre o que está para acontecer com a fusão das tecnologias, infra-estruturas e a conseqüente transformação das comunicações nas próximas décadas.

Prêmio para Inovação na Escola

por Milena Mogi

Neste ano ocorre a 4ª edição do projeto Prêmio Microsoft Educadores Inovadores. Estão abertas as inscrições para projetos educacionais desenvolvidos por professores e gestores de educação do ensino público municipal ou estadual, ONG’s, fundações e escolas técnicas.

As categorias são: Inovação em Comunidade, Inovação em Colaboração, Inovação em Conteúdo, Educador Inovador – Escolas Técnicas.

Os educadores terão a oportunidade de divulgar seus projetos. Aqueles que apresentarem as melhores propostas serão premiados com um notebook, contendo o sistema operacional da Microsoft Windows Vista e o pacote de aplicativos Office 2007.

Para mais informações: http://www.educadoresinovadores.com.br/

Reciclando Ideias

Enviado por Moysés Simantob

 

 

 

Imagem da inovação como repentina e individual contrasta com a evolução dos saberes, que é gradual e coletiva.

PETER BURKE
 (historiador inglês, autor de “O Que é História Cultural?” (Ed. Zahar))

 

Abaixo está um breve resumo de uma matéria publicada pela Folha de S.Paulo no dia 24 de Maio

Muitas pessoas no mundo hoje, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, se dedicam à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação.

Como e por que a inovação acontece, perguntam.
Por que existem lugares e momentos históricos que parecem mais favoráveis do que outros à inovação?

Mas o que exatamente é inovação? Suspeito que a visão da era do romantismo sobre a inovação continue a prevalecer ainda hoje.

 

 

De acordo com ela, a inovação é trabalho de um gênio solitário, no entanto existe uma visão alternativa sobre a inovação, da qual eu por acaso compartilho.

De acordo com essa segunda visão, a inovação é gradual em lugar de súbita e coletiva em vez de individual.

 

 

Por isso, em lugar da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais.

  A reciclagem intelectual é tão importante para a inovação quanto a reciclagem de objetos materiais é para nossa sobrevivência no planeta.

Tradução de Paulo Migliacci.

 

Um Livro sobre Colaboração

por Milena Mogi

 

 

 

O livro “Nós somos mais inteligentes do que eu” (tradução de Juliana Dartora, Bookman, 178 páginas), escrito por Barry Libert e Jon Spector, com a ajuda de colaboradores do mundo todo, fala sobre a inteligência colaborativa das pessoas no desenvolvimento de novas idéias, inovações e melhoria de produtos, o que já vem sendo utilizado em algumas empresas, em decorrência do atual cenário econômico.

A inovação do livro, que foi escrito com a colaboração de uma rede de milhares de voluntários, é que ele não se limita aos temas apresentados, mas traz também exemplos e resultados do trabalho desta inteligência coletiva, como acontece com o Youtube,  a Wikipédia e o MySpace, entre outros sites, provando que “Ninguém sabe tudo sozinho” ( de Etienne Wenger).

 

 

Está uma prévia descrição do livro:

“A colaboração em massa, ou o crowdsourcing, está se desenvolvendo de forma crescente, como evidencia o sucesso da Wikipédia, do Linux, do MySpace e do YouTube. Este livro mostra que o esforço colaborativo de uma comunidade, cujas idéias, compreensões e conhecimento são compartilhados coletivamente, gera resultados superiores do que os de um indivíduo. Muitas empresas já vêm se beneficiando do poder coletivo, mas nem todas obtiveram sucesso. Há muitas ciladas a serem evitadas e obstáculos a serem sobrepostos para cultivar a sabedoria das comunidades. Este livro mostra como fazê-lo.”