Época NEGÓCIOS premia As Empresas Mais Inovadoras do Brasil

Em parceria com a consultoria A.T.Kearney, o prêmio teve como principal destaque a Whirlpool

Por Época NEGÓCIOS Online

Presidentes e diretores de grandes empresas se reuniram nesta quinta-feira (09/09) na sede da Editora Globo, na entrega do prêmio As Empresas Mais Inovadoras do Brasil. Foram premiadas 20 empresas de um total de 120 inscritas, que se destacaram como as líderes do país em inovação.

“Nossa intenção é premiar o esforço de quem tem criatividade para inovar e manter o negócio sustentável. Perseguir a inovação é mais do que um slogan é um compromisso de nossa revista”, disse Nelson Blecher, diretor de redação de Época NEGÓCIOS.

Esta foi a segunda edição do prêmio de Época NEGÓCIOS, que neste ano contou com a parceria da consultoria A.T. Kearney, que introduz assim no Brasil seu prêmio internacional Best Innovator. O Brasil é o primeiro país dos BRICs a receber este levantamento. “O país tem vocação para inovar e com a sua economia cada vez mais em evidência, a inovação será cada vez mais importante e necessária”, diz Markus Stricker, sócio da A.T. Kearney e responsável pelo Best Innovator no Brasil.

Entre as conclusões do levantamento, Stricker afirma que um traço comum às vencedoras é a compreensão de que, para ser bem-sucedida, a inovação vai além dos departamentos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), abrangendo todas as áreas funcionais. Outra constatação é que as companhias com as melhores práticas de inovação costumam envolver o quadro de funcionários para selecionar líderes dos projetos inovadores.

A Whirlpool, fabricante de eletrodomésticos e dona das marcas Brastemp e Consul, sagrou-se a melhor entre as melhores este ano. “Nossa missão é conseguir levar a inovação para as massas, e não somente para quem tem dinheiro, o que é mais difícil”, disse José Drummond, presidente da Whirlpool.

Entre As Empresa Mais Inovadoras do Brasil, também foram atribuídos destaques de excelência em relação aos pilares pesquisados. Os quesitos estratégia, organização e cultura e resultados da inovação tiveram pesos diferenciados no cálculo final, devido ao maior grau de relevância.

Integraram o júri responsável pela classificação, com base no relatório técnico da consultoria, Moyses Simantob, professor da FGV/SP e cofundador do Fórum de Inovação da universidade; Clemente Nobrega, físico e especialista em gestão de inovação; Eduardo Barreto, conselheiro da A.T.Kearney; Markus Stricker e Dario Gaspar, sócios da A.T.Kearney; e os jornalistas Katia Militello e Nelson Blecher, de Época NEGÓCIOS. “Não é mais necessário dizer que a inovação entrou definitivamente na agenda das empresas. O desafio agora é encontrar uma forma de sistematizar a inovação e fazer com que ela seja facilitada. Não é preciso ser um gênio para inovar”, diz Clemente Nóbrega.