Dow, uma empresa aberta

Ao retirar divisórias e criar um espaço aberto, a empresa ganhou em comunicação e mostra que o caminho está aberto para compartilhar ideias e conhecimento

Por Época NEGÓCIOS Online

Pedro Suarez, presidente da Dow brasil e América Latina, e Katia Militello, redatora-chefe de Época NEGÓCIOS

Fazer a inovação chegar até os processos foi o grande desafio – e a grande ideia – que valeu à Dow a 8ª colocação no ranking do prêmio As Empresas Mais Inovadoras do Brasil, uma iniciativa de Época NEGÓCIOSem parceria com a consultoria A.T.Kearney. Na Dow, a inovação veio para derrubar conceitos, retirando divisórias e paredes e deixando os espaços abertos. Quem chega à empresa percebe que todas as áreas estão “abertas”. Nem o presidente tem sala reservada.

Foi fácil? “Não foi tão difícil”, lembra o presidente da Dow para o Brasil e América Latina, Pedro Emilio Suarez, com um sorriso. “Foi resultado de um diálogo, uma vontade de mudar e compartilhar mais conhecimentos, o que é essencial, principalmente em uma companhia grande”.

Para Flavio Kliger, vice-presidente de Vendas da Dow Automotiva e um dos maiores entusiastas do projeto, a primeira semana do novo layout foi a prova de fogo. “Nós sentimos diferença logo nos primeiros dias. Na segunda semana, não conseguia mais me imaginar trabalhando em um ambiente fechado como antes.”

Os espaços abertos foram recebidos com alegria também na área de comunicação, como já era de se esperar. “As pessoas estão se falando muito mais, já que a ausência de barreiras estimula a comunicação e nos coloca dentro do conceito de modernidade”, diz Fernão Silveira, de Comunicações. Ou, como ele prefere colocar, o que faz da Dow uma criança de 113 anos pronta para criar mais, muito mais.