Encontro de Inovação Brasil e Suécia

Dia 2 de Junho ocorreu o “Encontro de Inovação Brasil-Suécia” reunindo governantes e empresários de ambos os países.

No período da manhã, Prof. Moysés Simantob apresentou um painel sobre “A Experiência do Fórum de Inovação no Brasil.”

Coordenador do Fórum de Inovação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Simantob afirmou que já está na hora de substituir o mito da criatividade do povo brasileiro por um “processo contínuo de transformar idéias em negócios”. “Se a inovação não estiver no DNA de uma empresa, o que ela poderá produzir [de inovador] em três, quatro, seis meses? Muita confusão” considerou.

O pesquisador fala em “corresponsabilidade no processo de tomada de decisão” como a postura adequada a empresas empreendedoras. Este processo de inovação como polissemia, ou seja uma palavra com diferentes significados e que precisa ser contextualizada. Segundo ele, envolve todos os funcionários de uma organização em um ambiente de contínua criação, seja de processos produtivos, produtos e ferramentas de gestão.

“Para ser inovadora, uma empresa precisa ter visão de longo prazo. Se ela determinar a métrica financeira como método para avaliar investimentos, não vai conseguir retorno. Para ter uma sistemática inovadora é preciso saber articular visão, habilidade, recursos e plano de ação, para gerar mudanças contínuas”, indicou Simantob.

Fonte: Agência Indusnet Fiesp, por Nivaldo Souza

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