Archive for the ‘Slide’ Category

Votorantim cria diálogo entre CSC e Inovação

Votorantim cria diálogo entre CSC e Inovação

27 de janeiro de 2017 foi a data em que a Votorantim inaugurou sua jornada em busca de inovar a área de serviços compartilhados.Com serviços prestados para as empresas do grupo e uma operação em Lima, no Peru, o Centro de Excelência de Curitiba puxou a fila para vender serviços de assessoria financeira, contábil e tributária para o mercado.

Neste dia 27, tive o prazer de fazer uma palestra para mais de 700 pessoas que estavam entusiasmadas com a ideia de poderem trabalhar sob a atmosfera de uma cultura mais inovadora. Neste dia, coloquei meu ponto de vista sobre as semelhanças e diferenças de duas disciplinas (CSC e Inovação), que tem suas práticas sendo utilizadas por empresas desde a década de 70 (lembrando que o economista austríaco Schumpeter já escrevia sobre os pressupostos da diferenciação em mercados competitivos, desde final dos anos 30).

MS VOT 04

Ambas são dependentes de processos contínuos e apresentam um conceito bastante amplo da gestão de negócios e que pode abranger todas as áreas de uma organização, seja ela do porte que for. E que, se bem aplicadas e funcionando adequadamente, produzem vantagens excepcionais para a organização como um todo.

VOT 4 MSClaro que a abertura que se vê em empresas como Starbucks, Netflix e P&G com a adoção de open innovation e pela Natura , GE e Porto Seguro com o corporate venture serão grandes desafios de manter o que funciona bem do status quo atual, enquanto, por outro lado, estes exemplos de grandes empresas vão impor um certo grau de incerteza nas discussões sobre inovação, porque envolvem um grau de avaliação de ideias muito maior do que aquelas que abordam planos operacionais ou previsões orçamentárias costumeiramente conhecidas.

Como eu disse lá no evento, o papel da liderança torna-se crítico para o sucesso, ela vai precisar acentuar o coaching em discussões, encorajando determinados tipos de comportamentos, ampliando as perspectivas dos membros da equipe e alavancando o moral dela. Como eu vi no excelente caso apresentado pelo Marcelo Miranda – presidente da Precon. E o mais importante: lembrar o time que o consumidor é quem está no comando  e assegurar que ele, cliente, seja mantido no foco das atenções e das decisões. Aos líderes e equipes da Votorantim desejo muito sucesso.

VOT MS 5

MS VOT 6

Digital Business Day 2017

Digital Business Day 2017

Digital Business 2017

No próximo dia 07 de Fevereiro, o Prof Moysés Simantob estará mediando um painel com o tema A Inovação e o marcado Digital em 2017. Não perca !!!

Confira a programação:

Programação

Grupo L2R: Cenários e Tendências de Inovação na Gestão 2016

Grupo L2R: Cenários e Tendências de Inovação na Gestão 2016

Palestra sobre Cenários e Tendências de inovação na Gestão, realizada para o grupo L2R em 15/10/2016.

FIEP Encontro de Mercado 2015

FIEP Encontro de Mercado 2015

Este Encontro de Mercado da FIEP, que tive a honra de abrir como palestrante e participar da construção do cenário 2015, em dois dias de trabalho, conceituou os desafios de crescimento e a busca por maior competitividade. Para mim, ficou claro que a rede de colaboradores em todo o estado do Paraná está pronta para inovar e transformar negócios.

O evento, marcado pela necessidade de interação com o usuário final da indústria, apontou caminhos para novos modos de relacionamento, baseado no método HCD – Human-Centered Design e criou as condições para cada pessoa ligada à Federação pudesse influenciar as indústrias, que e 2015, vão precisar mais do que nunca interferir e mudar aspectos de competição de seu setor.

Sistematizar Facilita Inovação

Sistematizar Facilita Inovação

Matéria interessante na Folha de São Paulo, da qual fui fonte.

Empresas usam de conselho acadêmico a bônus

por MARIANA CARNEIRODE

É preciso abrir a porta e deixar que as ideias entrem. Só assim haverá inovação, afirmam especialistas.

Romeo Busarello, diretor da construtora Tecnisa, conta que a ideia de alugar drones (robôs aéreos) para filmar obras em andamento e enviar vídeos a compradores veio de fora. Hoje, um edifício em Santos é vendido assim.

“Dessa forma, dou uma visão mais autêntica do imóvel ao comprador do que com a filmagem convencional”, diz.

A ideia foi apresentada aos executivos da empresa em dez minutos, no projeto chamado de “fast dating”. Assim também surgiram os geradores movidos a etanol e os halls de entrada em garagem.

“Com o tempo, vimos que ‘brainstorms’ [reuniões para desenvolver ideias] eram mais storms [tempestade] que brain [cérebro]“, diz Busarello. “É muita ideia, mas inovador é quem as torna viáveis.”

Segundo Maximiliano Carlomagno, especialista em inovação da consultoria Innoscience, as empresas têm que saber o que buscam. Ideias que representam pequenas evoluções servem para manter companhias no jogo; já as que trazem novidade ao mercado ou à forma de produzir tendem a levar à liderança.

“Não tem nada a ver com o quanto as empresas investem nem com a técnica”, afirma.

Há dez anos, Ogari Pacheco, presidente e fundador do laboratório Cristália, em Itapira (SP), ouviu uma colega da faculdade respeitada na academia e voltou à universidade para cavar novidades.

O Cristália formou um conselho com acadêmicos de cerca de 20 instituições do país, que traz ao laboratório propostas para novas drogas. Em troca, o pesquisador vira sócio do projeto. O Helleva, concorrente do Viagra desenvolvido no Brasil, nasceu assim. “O conselho é nossa antena captadora de inovação.”

A Tecnisa também tem um comitê com executivos experientes, que avalia ideias para transformar em negócio. Segundo Busarello, há recompensas com bônus.

É o que sugere Carlomagno: “O bônus faz com que a inovação se torne tema constante para os funcionários”, diz. “Afinal, as pessoas só estudam o que cai na prova.”

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/195910-sistematizar-facilita-inovacao.shtml

CASE – Spoolee

CASE – Spoolee

A observação dos problemas do dia a dia é fonte constante de inspiração para soluções inovadoras.

Foi isso, e mais um pedido da sua esposa, que fez com o que o designer industrial saísse com uma solução para todo o tempo que milhares de pessoas perdem diariamente desenrolando seus fones de ouvido.

O produto é muito simples, parece um prendedor de cabelo, onde você enrola o fone de ouvido. Para desenrolar, basta colocar a encaixe no dedo e puxar. Rápido e fácil.

O produto já conseguiu arrecadar, na plataforma de crowdsourcing kickstarter, mais de 3 vezes o montante inicialmente pedido e ainda tem 25 dias para esgotar seu tempo de captação.

Mais informações em:

- https://www.kickstarter.com/projects/1766536296/spoolee-have-fun-managing-your-earbuds?ref=popular
- http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,inventor-cria-maneira-facil-de-guardar-os-fones-de-ouvido,5034,0.htm

Startup Weekend Jundiaí

Startup Weekend Jundiaí

O Startup Weekend é um evento que dura 54 horas ao longo de um fim de semana onde empreendedores, desenvolvedores, designers e entusiastas se unem para compartilhar idéias, formar equipes e criar startups. É o maior conjunto de eventos de startups do mundo, com edições realizadas em quase 700 cidades em todos os continentes. Tudo começa na noite de sexta-feira, com o palco aberto para os participantes compartilharem suas ideias e inspirarem outros a se juntarem a seus times. As mais bem votadas são escolhidas. Durante o sábado e o domingo, os times se focam em encontrar um modelo de negócios e criar um produto viável mínimo, utilizando metodologias e ferramentas como Lean Startup, Business Model Generation e Desenvolvimento de Clientes. Durante a maior parte do tempo haverá mentores convidados à disposição dos participantes. No domingo, os times apresentam o que construíram e recebem feedbacks valiosos de jurados experts. Os melhores são premiados! A cidade de Jundiaí está estruturando sua base de inovação tecnológica e o Startup Weekeend é um importante propulsor para novos empreendedores na cidade.

Fonte: http://www.up.co/communities/brazil/jundiai-brazil/startup-weekend/3951
Fonte: https://www.facebook.com/swjundiai?fref=ts

Ir além do óbvio e trazer inovação de onde menos se espera

Ir além do óbvio e trazer inovação de onde menos se espera

Para transformar espaços das cidades que não oferecem opções viáveis e saudáveis aos cidadãos e tornam-se gargalos logísticos e fontes de estresse, sugerimos olhar ao redor com olhos não viciado e se perguntar “por que não”.

O vídeo abaixo é um ótimo exemplo de como não se ater ao imaginado pode abrir novos espaços de convivência, adaptando-nos a um novo ecossistema social com inovadora infraestrutura urbana. Isso em uma cidade que já transformou um viaduto em parque horizontal.

Mais em E-topia: “Urban Life, Jim–but Not as We Know It”, William Mitchell

Debate sobre competitividade das empresas brasileiras na escola de Negócios Sebrae

Debate sobre competitividade das empresas brasileiras na escola de Negócios Sebrae

Meeting de inovação promoveu ontem, dia 16/09,  um encontro entre os Professores Simantob e Risola, na escola de negócios do SEBRAE-SP.

O tema das palestras: “Inovação: Viés Estratégico ou Necessidade de Sobrevivência?” foi abordado a importância da colaboração para inserção dos clientes e parceiros na formação da estratégia das empresas, criando ambientes inovadores como tem feito as empresas do Vale do Silício nos EUA.

Após as duas palestras, houve o painel sobre “Os Aspectos e Cenários que favorecem e fortalecem a Inovação”, esse contando com a participação também do Prof. Renato Fonseca, que atualmente é gerente da Unidade Desenvolvimento e Inovação do SEBRAE-SP.

Outdoor produz água para consumo

Outdoor produz água para consumo

Lima, no Peru, ganhou um outdoor especial que possui um sistema capaz de absorver as partículas de água presentes na atmosfera.

O equipamento filtra o líquido adquirido, para que a água fique própria para consumo.

Instalada durante uma campanha no ano passado, a estrutura contou com um tanque capaz de armazenar mais de 95 mil litros de água, distribuídos para as pessoas por meio de uma torneira inserida na base da placa de propagandas.

Embora esteja localizada no deserto do Atacama, a capital do Peru é uma das cidades que registram os maiores índices de umidade do ar.

Inovação pela Estratégia Corporativa

Inovação pela Estratégia Corporativa

Artigo Publicado no Portal da FNQ – Fundação Nacional da Qualidade

por Moyses Simantob

Inovação pela Estratégia Corporativa

Como se sabe, estratégia é uma dessas palavras que, inevitavelmente, definimos de uma forma, mas frequentemente a usamos de outra. Fazer da estratégia um padrão de comportamento sistemático, que mobiliza mentes e corações, que depende da adesão de muitas pessoas para se seguir o curso de se manter coerente e consistente ao longo do tempo requer mais que disciplina, é preciso um ato de fé na prática da inovação.

E o que há de novo nesse campo? O método de se pensar e fazer planejamento estratégico mudou. De um modelo mecânico de alta previsibilidade e linearidade para uma combinação de práticas e técnicas mais intuitivas e colaborativas, como o mind mapping, design thinking e o lean startup, que simulam cenários, reorganizam e aceleram o lançamento de produtos e aumentam a capacidade de experimentação e o incentivo ao poder de errar a custo baixo.

A grande transformação, que noto nas empresas onde trabalho, está no abandono da abordagem top-down da estratégia para colocar em seu lugar as muitas vozes representativas internas e externas. Em termos práticos, o desafio é tornar o planejamento estratégico o grande programa de inovação, que desenvolve e implementa rapidamente ideias originais que comprovadamente adicionam valor, com grande mobilização de pessoas das mais variadas áreas.

Essa inovação na forma de formular e implementar estratégias depende de diferentes frentes, não necessariamente sequenciais, e que se conectam entre si.

A frente de preparação compreende a amplitude inicial de pessoas que serão engajadas no processo de democratização da estratégia e na definição do horizonte de visão (5 a 20 anos, conforme o modelo de negócio). A definição do escopo da reflexão estratégica, mercados-alvo, tendências sociais, tecnologias disruptivas, entrevistas com clientes, stakeholders e, enfim, a construção de cenários.

Duas frentes de formulação, análise SWOT e mapa estratégico, que alinham a missão da empresa às perspectivas financeira, ao processo, ao mercado e ao aprendizado/inovação. É isso que permite a priorização dos projetos estratégicos, que divido em projetos de crescimento – geradores de caixa e projetos estruturantes – de apoio gerencial e suporte técnico.

A frente final é a implementação estratégica, aqui, o principal desafio é encontrar, treinar e manter boas pessoas para formar os times de projetos e, uma vez as equipes formadas, mantê-las estimuladas, reconhecidas e alinhadas aos propósitos estratégicos e interesses gerais da companhia. Esses líderes têm autoridade hierárquica, mas a experiência ensina que tudo funciona melhor quando a hierarquia é intelectual.

Um presidente de empresa, um dia desses, disse “sentar em um grupo de trabalho de um projeto estratégico requer uma atitude de alguém que tem um compromisso com o objetivo do grupo e não com a sua área”. Gosto disso.

Ainda na frente da implementação, o método que adoto costuma desdobrar as estratégias em projetos estratégicos de inovação, por meio da co-criação com clientes e outros parceiros-chave de negócios. O método, baseado no modelo dos Stage&Gates (S&G), conhecido como o modelo do funil, assegura que só evoluam os projetos estratégicos que criem alto valor.

A solução S&G serve para o filtro de projetos estratégicos, peneirando aqueles mais apropriados aos objetivos da empresa e que estejam relacionados às limitações a que ela está sujeita em termos de recursos, prazos, mercado. Um projeto estratégico de inovação precisa sobreviver a cinco gates de aprovação até o ponto de serem implementados com êxito. A análise é feita por uma banca eclética – alta gerência, especialistas, acadêmicos, clientes e parceiros.

Uso fichas e templates que criam conteúdos dos projetos para apresentação nos gates com base nos princípios do Hoshin Kanri. Cada equipe de projeto se prepara, por um mês, para submetê-lo à banca e, em um único dia, cada equipe tem 15 minutos de apresentação oral, seguindo técnicas de preparação de pitching. Munidos de templates “A3”, as equipes apresentam seu projeto nos padrões previstos para cada gate. A banca terá 15 minutos para comentários e feedbacks. Todos os grupos de projetos assistem a tudo e isso traz muita integração, sinergia e autoeducação.

A frente da implementação tem se mostrado desafiadora aos gestores de negócios porque ela exige disciplina, dedicação, paciência com o desempenho das equipes. Por essa razão, ao término dos cinco gates, todos os grupos são convidados a levarem seus A3 à sala de cockpit, inspirada no modelo do Prof. Patrick M. Georges, onde as equipes se reunirão periodicamente para otimizar seu processo de gerenciamento da estratégia e tomada de decisão.

Muitos executivos e empresários se consideram inovadores por terem lançado um produto de sucesso no mercado, mas se esquecem de dar continuidade ao processo – e acabam vivendo constantes picos e vales. Ninguém consegue viver muito tempo sob as glórias de uma inovação passada.

Empresas brasileiras, maduras e novatas, que pude conhecer melhor como jurado do primeiro ranking brasileiro de empresas inovadoras, tornaram-se vitrines internacionais na busca deliberada e organizada de mudanças e na capacidade de incorporar a inovação como uma competência organizacional. Como eles, não espere o “beijo da musa”, a descentralização do processo de formulação e a execução da inovação pela estratégia tem se mostrado um meio eficaz de criar valor e satisfação nova e diferente, organizada e sistemática, em qualquer organização.

link do artigo publicado: http://www.fnq.org.br/informe-se/artigos-e-entrevistas/artigos/inovacao-pela-estrategia-corporativa

Design Thinking: Conhecendo melhor.

Quando falamos de design, geralmente associamos  uma categoria que nasceu para criar objetos elegantes e embelezar o mundo ao nosso redor. Design é isso também, mas  não se limita só a essas funções. A proposta de pensar usando o design pode ser estratégica, inovadora e também uma forma de incentivar o uso da criatividade nas organizações.

Design Thinkers são arquitetos sociais que trabalham para buscar um mundo melhor ao invés de se contentar fazendo apenas a roda girar. Usando essa abordagem, podemos aplica-la para identificar uma ampla variedade de problemas e criar uma solução para os mesmos.

A partir de hoje vamos postar aqui conceitos a respeito da técnica de Design Thinking e também alguns de seus desdobramentos que envolvem conhecimento, mundo, ambiente de trabalho, experiências e muito mais.

Neste primeiro post, vou dividir com vocês alguns dos conceitos e exemplos tratados em aula recente na escola Insper e num curso para empreendedores Endeavor.

Boa leitura.

Vá de Bike em Londres

Vá de Bike em Londres

A re:route criou um novo aplicativo para iPhone! Mas não é um app de jogo, foto ou chat, este é dedicado à saúde humana e ambiental, em Londres. Como funciona?

1) Baixe o aplicativo no iPhone

2) Não use carro, transporte-se de bicicleta ou caminhando

3) Acumule pontos e gaste em estabelecimentos de sua preferência (marcas como Marks&Spencer, Cineworld, Haven Holidays e outras já aderiram ao projeto)

O slogan é engraçado e simples: “Fazer parte é tão fácil como 1-2-3”!! (Tradução de “Taking part is as easy as 1-2-3”)

Não vale tentar enganar o app, pois contém GPS e timer para garantir suas “rotas verdes”.

Instagram – Too cool for school!

Instagram – Too cool for school!

O aplicativo está cada vez mais popular, inclusive ultrapassou o Twitter em seguidores. As Redes Sociais são utilizadas pelos mais diversos tipo de propaganda, e agora o “Insta” virou foco de algumas empresas que querem variar o Facebook, por ser tão lotado.

Alguns publicitários investiram e acreditaram na força do aplicativo e estão envolvendo os usuários e seus produtos. Segue abaixo as cinco campanhas mais populares, que invadiram milhares de smartphones por ai:

Lançamento do carro Ford

A tradicional empresa se apropriou da tendência das redes sociais e fez uma campanha diferente do Novo Fiesta, mostrando seu lado inovador. Por meio de fotos, hashtags e muita criatividade, o resultado surtiu efeito!

Menu Instagram

O Comodo NYC elaborou uma tática para os indecisos em relação ao pedido no restaurante. Basta tirar fotos dos pratos e marcá-los no aplicativo – facilitando a vida do consumidor e fazendo uma boa publicidade do estabelecimento.

Fotos do Lollapalooza

Um grande mosaico de fotos tiradas e marcadas no festival Lollapalooza formaram um painel publicitário da marca Ray Ban, com os dizeres “NEVER HIDE”.

Novo clipe de “The Vaccines”

A Sony, sabendo que gravar vídeos é caro, realizou por meio de crowdsourcing o vídeo clipe da banda “The Vaccines” pelo Instragram, aplicativo comumente utilizado para fotos. O sucesso foi imediato!

Campanha de marca de sapatos ganha MUITOS “likes”

Imagine-se caminhando no parque e, ao deparar-se com uma placa e um sino, você ganha um sapato novo e perfeito para o tamanho do seu pé.

A Aldo, loja israelense fez isso, para aquelas internautas que mandavam fotos de seu sapato do momento. A surpresa foi grande e atingiu positivamente muitas mulheres.

Fonte: http://www.simplyzesty.com/social-media/5-brilliant-creative-campaigns-that-used-instagram/

Cultura de Inovação

Cultura de Inovação

Nos dias 19 e 20 curti estar na UNICAMP para uma experiência sempre empolgante – discutir com executivos de inovação de empresas como Embraer, Natura, 3M, Siemens, entre outras, a temática da Cultura de Inovação a convite do amigo Professor Ruy Quadros.

Curioso, como depois de 15 anos conversando com executivos sobre esse campo de pesquisa, as questões ainda são as mesmas: qual o papel do CIO? Que mudanças ele promove? Como mobilizar e manter o time energizado? Como lidar com as descontinuidades de budget? Como enfrentar as diferenças entre equipes burocráticas e adhocraticas? Como remunerar e manter equipes de alta performance, etc etc etc…

O bom da história, é perceber o ímpeto dos engajados, a persistência e a luta pra vencer ortodoxias e mesmices que emperram o crescimento das empresas e, o pior, a capacidade imaginativa das pessoas, que é infinita. Aí está uma boa questão: como as empresas podem potencializar inovação como verdadeiro ativo, incluindo-a em seus valores como um bem cultural de todos os brasileiros?

PALESTRA SOBRE “COMO A SUSTENTABILIDADE PODE GERAR RESULTADOS PARA O SEU NEGÓCIO?”

PALESTRA SOBRE “COMO A SUSTENTABILIDADE PODE GERAR RESULTADOS PARA O SEU NEGÓCIO?”

CONFIRA ABAIXO O CONVITE DA PALESTRA A SER REALIZADA NO MÊS DE JUNHO, EM BLUMENAU:

As 50 + Inovadoras

As 50 + Inovadoras

A revista Fast Company divulgou a lista das 50 empresas mais inovadoras do mundo.

Como todos os anos empresas conhecidas no mundo inteiro fazem parte da lista, como a primeira colocada Apple, Facebook e Google.

Duas  empresas brasileiras entraram no ranking, a Bug Agentes Biológicos ficou em 33° lugar e Boo-box na 45ª posição geral.

Mas a participação do Brasil não parou por ai, em 2012 a Fast Company fez um ranking especifico para as companhias brasileiras. As  empresas  Bug Agentes Biológicos e Boo-box  estão no topo da lista, que classificou companhias como Petrobrás , Apontador e Grupo EVX, de Eike Batista.

Veja a lista completa e detalhada no site da Fast Company.

Financiamento coletivo, uma nova forma de mobilização social

Financiamento coletivo, uma nova forma de mobilização social

Já ouviu falar em Crowdfunding?

Imagine que você tem uma boa ideia, mas não sabe como adquirir financiamento para torná-la possível.

O crowdfunding foi criado justamente para resolver esse tipo de barreira. A famosa vaquinha se tornou virtual, trocou de nome e alcançou pessoas do mundo inteiro.

Com o objetivo simples, fazer com que diversas pessoas contribuam com pequenas quantias de dinheiro, viabilizando de forma colaborativa projetos de seu interesse.

No Brasil, os site de crowdfunding mais conhecido é o Cartase, que já arrecadou  mais de 1 milhões de reais em projetos bem sucedidos.

Vale a pena ver o vídeo do Cartase mostrando como os números de projetos cresceram no país.

Outros sites como CARE também estão utilizando plataformas de crowdfunding para ajudar o próximo. Lançaram uma campanha pra a reconstrução da creche de São Gonçalo (RJ) que foi danificada após enchentes.

A campanha já está no ar pelo site Let’s. Confira:

E você,  qual ideia gostaria de ter patrocinada?

Quebrando o paradigma na educação

Quebrando o paradigma na educação

“Universidade dos pés descalços”

Em Rajasthan, na Índia, o educador Bunker Roy criou uma universidade para homens e mulheres da comunidade rural aperfeiçoarem suas habilidades, muitos dos moradores são analfabetos, mas sabem do que a comunidade precisa.

O que fica dessa experiência é a crença nas potencialidades locais, independentemente da formação cientifica.

Valorização dos saberes locais e ter a vontade de disseminar conhecimento pelo mundo tornam a universidade de pés descalços uma inspiração para continuar a inovar na educação.

Vale a pena assistir a palestra de Bunker Roy para o TED.

10 milhões de usuários e 60% são mulheres

10 milhões de usuários e 60% são mulheres

Conheça o Pinterest.

O Pinterest decolou no final de 2011, já chegou a 10 milhões de usuários e pretende fazer muito sucesso em 2012.

A rede social já é queridinha entre as mulheres que dominam seu público, com quase 60%, portanto, marcas como a GAP já descobriram a nova ferramenta.

A proposta do Pinterest é funcionar como um mural, onde você coloca conteúdos visuais como fotos e vídeos, seus seguidores pode comentar, compartilhar e “curtir” suas publicações.

Como toda rede social você pode seguir quem posta conteúdos de sua preferência, que na maioria das vezes são trocas de opiniões, ideia e dicas.

Para quem gosta de compartilhar os conteúdos interessantes que acha na web, provavelmente o Pinterest será uma boa opção.

Pense Duas Vezes Antes de Comprar

Pense Duas Vezes Antes de Comprar

Imagine uma empresa que, ao invés de pedir que seus clientes comprem mais, faz um apelo para que eles pensem antes de comprar produtos novos. Está é uma iniciativa da marca de roupas esportivas Patagônia, que por incrível que pareça fatura U$ 400 milhões anuais.

A ação vai além de um apelo motivacional, a empresa se uniu ao eBay, para incentivar a compra de roupas usadas da marca, onde o usuário pode comprar roupas novas ou dar lances nos produtos de segunda mão.

Mas esta não é a primeira ação sustentável e social da empresa, em 2005 criaram o programa Common Threads, onde os clientes enviam roupas da marca que não utilizam mais para serem recicladas.

A iniciativa arrecadou cerca de 45 toneladas de roupas, que foram recicladas, transformando-se em 34 toneladas de roupas novas.

“Nós somos a primeira empresa a pedir que os consumidores assumam um compromisso formal e sejam parceiros no esforço de reduzir o consumo e manter seus produtos longe dos aterros ou incineradores”, diz Yvon Chouinard, dono da marca e principal executivo da empresa.”O programa pede que os consumidores deixem de comprar aquilo de que não precisem. Se realmente precisarem, que comprem algo que vá durar muito – e que consertem o que estragar e revendam o que já não usam. Finalmente, que reciclem o que estiver realmente rasgado”. (Revista Pagina 22)

Iniciativas como está mostram a importância do papel e do posicionamento das empresas no ciclo do desenvolvimento sustentável.

Um Litro de Luz

Um Litro de Luz

A fundação MyShelter está fazendo algo diferente, algo que nos faz acreditar que ainda há uma saída para problemas simples que nunca foram resolvidos.

Atualmente milhões de filipinos ainda não tem acesso a qualquer tipo de luz dentro de seus lares, por isso, foi criado o projeto Isang Litrong Liwanag (um litro de Luz), que foi desenvolvido por estudantes do MIT.

A ideia é  original, uma garrafa de plástico com água sanitária instalada em um telhado de metal, refratando a luz solar para dentro da casa.

Inovações simples, que podem ajudar a mudar o mundo.

Festival de Ideias para uma Sociedade mais Humana

Festival de Ideias para uma Sociedade mais Humana

Imagine um projeto de inovação colaborativa, um site que utiliza a regra que várias cabeças pensam melhor que uma e podem fazer a diferença.

O site “Festival de Ideias” premia as melhores soluções para problemas urbanos como: Violência, desastres naturais e mobilidade, e o projeto é uma iniciativa do Centro Ruth Cardoso.

A primeira fase de inscrição já está encerrada com 345 ideias cadastradas e 234 inscritas, agora é a vez do publico opinar e aperfeiçoar a solução, para a terceira fase será em São Paulo, onde 20 ideias serão apresentadas, discutidas e passarão pela plataforma de crowdfunding Catarse.me. Os três ganhadores serão premiados com 10.00 reais.

Segundo Bruno Ayres, empreendedor social e conselheiro do Centro Ruth Cardoso, as idéias privilegiadas serão as que não envolvam grandes orçamentos ou precisem de ajuda do governo, para que a comunidade coloque a mão na massa.

E você, já pensou em como sua participação pode ser importante para ajudar a viver em uma cidade mais humana?

O Futuro Compartilhável das Cidades

O Futuro Compartilhável das Cidades

Alex Steffen, jornalista e ativista, acredita no desenvolvimento sustentável e a urbanização como solução para os problemas climáticos, por isso seu última participação no TED teve como tema ” O futuro compartilhável das cidades”.

Projetos de bairros ecológicos podem expandir o acesso coletivo as necessidades da população, reduzindo o tempo gasto com transportes como o carro.

Segundo Steffen, quando as pessoas vivem juntas, elas emitem menos carbono e menos poluição. As coisas são mais facilmente obtidas, e mais facilmente compartilhadas.

Seguindo uma linha parecida, o diretor de desenho urbano da Prefeitura de Nova York, Alexandros Washburn, acredita que “o pedestre é o mais importante. Caminhar é a atividade mais importante na cidade. Tanto pelo lado cultural como pela sustentabilidade.”

Mas para que isso seja possível são necessárias algumas mudanças, os prédios devem ser construídos nas calçadas, os primeiros andares devem ter lojas e janelas, para que as pessoas sintam que a rua está aberta.

Portanto, devemos olhar para os pedestres daqui pra frente, não somente nos meios de transporte coletivo, público ou alternativo, como as ciclovias.

Facebook quer a Comunidade do Futebol

Facebook quer a Comunidade do Futebol

Imagine assistir jogos de futebol através do Facebook, interagir com seus amigos em tempo real, sem ter que mudar de ambiente.  No dia 17 de agosto o Esporte Interativo tornou isso possível.

A primeira transmissão via Facebook foi à decisão da Supercopa da Espanha, Barcelona x Real Madrid.

Quando se fala de comunidade o que se pretende e exatamente a ideia de reunir pessoas em torno do que e comum a elas e, com esse recurso, acho que o Facebook saiu na frente, mais uma vez.

Thirty Conversations on Design

Thirty Conversations on Design

Todos os anos o projeto Thirty Conversations on Design convida 30 profissionais do design mundial para responder duas perguntas:

“Dê um único exemplo de design que mais te inspira.” e “Qual problema o design poderia resolver?”

Com breves vídeos, o projeto também apresenta algumas questões que precisam ser resolvidas no mundo, como: Água, Transporte e Educação.

Tesco Homeplus

Tesco Homeplus

A maioria das pessoas perde muito tempo dentro dos transportes públicos, pensando no cotidiano dos coreanos, a empresa Tesco/Homeplus criou um novo modelo de loja virtual, até ai nenhuma novidade… mas e se essa loja for dentro do metrô de Seul e as compras forem feitas através de smartphones?!?!?!

Uma idéia simples, um painel com imagem de uma gôndola e diversos produtos acompanhados do QR Codes, com essa nova forma de interação com o cliente, as vendas online aumentaram 130% além dos 10 mil acessos pelo celular.

Vale à pena assistir o vídeo:

Imagine uma animação feita com 350 mil folhas post-it

Imagine uma animação feita com 350 mil folhas post-it

Show!!

Uma ideia simples, trabalhosa na execução, mas que gera um grande impacto.

Esta foi a ação feita pela marca Melissa, que contou com 25 animadores e durou 5 meses de execução.

Historypin – Histórias Colaborativas

Historypin – Histórias Colaborativas

Imagine ver no álbum de foto de várias pessoas a construção histórica de onde você mora ou de lugares que você já visitou.

Por meio do crowdsource o site HistoryPin criou um aplicativo móvel que utiliza o Google Street para colocar fotografias antigas em localizações atuais.

A pesquisa pode ser feita por localização ou por data em que as fotos foram tiradas, podendo optar por colocar as fotos antigas sobrepostas às imagens atuais do local.

Para entender melhor a ferramenta, vale a pena assistir o vídeo:

Qualquer pessoa pode enviar suas fotos para o site, podendo colocar um comentário ou a história da foto e das pessoas que estão nela. O próximo passo é adicionar a opção de colocar vídeos e áudios.

Com a iniciativa de criar uma história colaborativa o HistoyrPin ganhou o 2011 Webby for Best Charitable Organization/Non-Profit

“Historypin was born out of us wanting to use the power of historical content … collective memory, to bring people together across different generations, across cultural divides, in different neighborhoods and within families, and to have that be unleashed through massive participation,” disse Nick Stanhope, CEO da Historypin.

Para criar 2.500 invenções por ano, mude o ambiente corporativo!

Para criar 2.500 invenções por ano, mude o ambiente corporativo!

Tornar o ambiente de trabalho mais divertido virou uma tendência no mundo corporativo, cada vez mais empresas aderem a esta novidade.

O escritório da companhia de desenvolvimento de produtos Davison, localizado na cidade de Pittsburgo, nos Estados Unidos, levou o nome de INVENTIONLAND.

O espaço com cerca de 7 mil m², mais parece um parque de diversões, com casas na árvore, navio pirata,  uma bota, cupcakes e pirulitos gigantes.

O escritório é tão diferente que diversas escolas (do jardim de infância a faculdade), empresas e outros grupos se cadastram para fazer um tour pelo local.

Tudo isso para que seus 250 funcionários sintam-se motivados para criar as 2.500 invenções que são lançadas todos os anos nas lojas como Wal-Mart, FAO Schwarz, entre outras.

The Story of Cap & Trade

The Story of Cap & Trade

Annie Leonard, a ambientalista americana, conhecida pelo projeto  “The Story Of Stuff”  (A história das coisas) lança o vídeo “The story of Cap & Trade”, uma discussão sobre a venda de carbono e a tentativa de grandes corporações de conter a emissão de carbono no mundo.

Experiência Virtual x Experiência Real

Experiência Virtual x Experiência Real

Você sempre quis visitar Roma, Paris ou Taj Mahal?

Passeios virtuais que conhecemos não parecem “real”, mas como os avanços tecnológicos mudarão isso?

Uma empresa chamada Tour Wrist desenvolveu um aplicativo que modificará a experiência em Tour online, através de interfaces de toque, tablets e realidade aumentada.

O vídeo abaixo explica como a ferramenta funciona:

“If you’ve ever played with Google Earth, you zoom in and get this sensation of being able to go anywhere — but eventually you stop going back because it doesn’t let you do anything,” explica Charles Armstrong, CEO da TourWrist. “Our goal is to give you the opportunity to actually explore these places.”

Fonte: http://www.fastcodesign.com

No momento a ferramenta só oferece panoramas de 360º, entretanto, em breve será lançado o recurso chamado Hot Spots, onde o usuário será capaz de olhar em todas as direções, ir para frente e para trás, tornando a experiência o mais real possível.

Seu grande diferencial em relação ao Google Street View está na possibilidade de se fazer tours em qualquer tipo de lugar, como cafés, museus, academias, e até mesmo carros.

Só um detalhe: Por melhor que seja um aplicativo virtual, ele não é capaz de substituir a experiência real.

Ghost Productions – mostra de forma inovadora as novas tecnologias da medicina

Ghost Productions – mostra de forma inovadora as novas tecnologias da medicina

A GhOst Productions construiu um vídeo para mostrar de forma divertida seu trabalho que são animações médicas, inovando na área de vídeos que possam ajudar a melhorar a vida das pessoas.

Nesta animação o personagem quebra quase todos os ossos do corpo e faz uma cirurgia para repará-los.

No stress

No stress

A cena mais comum nos restaurantes de São Paulo é a fila de espera para arrumar uma mesa. Pensando neste problema a startup argentina Restorando.com criou um aplicativo que controla em tempo real as mesas disponíveis nos restaurantes.

Os primeiros testes foram feitos em Buenos Aires, mas a base será em São Paulo, onde cerca de 100 restaurantes já estão testando o sistema.

TV ISAE Brasil

TV ISAE Brasil

Dei uma entrevista para a TV ISAE Brasil, com o tema inovação, sustentabilidade e como criar um ambiente favorável a novas ideias.

Fonte: www.isaebrasil.com.br/tvisae

Social Media Revolution 2011

Social Media Revolution 2011

Eric Qualman do Socialnomics, lançou a versão 2011 do vídeo “Social Media Revolution”.

O vídeo trás dados e estatísticas interessantes sobre as redes sociais, por isso, se tornou um dos sucessos do Youtube, com 3 milhões de views, desde o seu lançamento.

A Primeira Constituição Colaborativa

A Primeira Constituição Colaborativa

Criar uma Constituição colaborativa foi a ideia da Islândia para que toda a população possa acompanhar as alterações da atual Constituição, que está em vigor desde 1944, e sugerir novas cláusulas.

Para que o projeto fosse possível, o Conselho Constitucional criou uma página no Facebook, como principal meio de comunicação, entretanto, foram usados diversos tipos de Redes Sociais como Twitter, Flickr e Youtube, para engajar e estimular a população a participar do projeto.

O documento ficará pronto no final do ano e será a primeira Constituição colaborativa do mundo.

Fonte: http://www.midiassociais.net/2011/06/islandia-usa-facebook-para-escrever-constituicao-colaborativa/
http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5187106-EI12884,00-Islandia+usa+Facebook+para+escrever+nova+Constituicao.html

O Consumo Colaborativo

O Consumo Colaborativo

O consumo colaborativo é a nova realidade de mercado. Com a idéia de gastar menos, comprar mais e principalmente ajudar na preservação do planeta. Ao invés de comprar, trocar ou alugar bens de consumo, este fenômeno vem crescendo em todo o mundo e agora no Brasil.

A tendência do consumo colaborativo cresce em torno da teoria dos 3Rs (três erres): redução do consumo de resíduos, reutilização dos produtos e reciclagem ao final da vida útil. A transformação do bem em serviço é o que faz a proposta ser tão atraente para a expansão do pensamento de que “o que é seu, também é nosso”. (Fonte: Info)

No livro Consumo Colaborativo (Collaborative Consumption), a escritora e consultora Rachel Borsman e o empreendedor Roo Rogers definem o Consumo Colaborativo  como “refere-se à expansão das práticas de compartilhamento, troca, empréstimo, intercâmbio, aluguel e doação, reinventados por meio da tecnologia de rede em uma escala e de uma maneira sem precedentes”.

Aqui no Brasil encontramos alguns sites que oferecem serviços de aluguel fracionado de carros Zazcar, bazar vitural Enjoei, um espaço de coworking da The Hub e o INIO (I Need, I Offer) onde todo o sistema de trocas é feito pelo Facebook, que atualmente conta com  1.100 pessoas cadastradas.

Outro serviço brasileiro é o DescolAí, que possibilita não apenas trocar bens, mas também alugá-los.

“O DescolaAí nasceu quando, olhando a quantidade de lixo que estamos coletando via TerraCycle, começamos a nos perguntar como evitar a geração de resíduos. Fui atrás de projetos internacionais, mas nenhum atendia as necessidades do projeto para o Brasil. Isso porque o brasileiro é desconfiado, então o maior investimento do projeto até agora está no desenvolvimento da tecnologia aplicada, para darmos total segurança para os usuários”, diz Guilherme Brammer, presidente do TerraCycle no Brasil e criador do site DescolaAí.

Portanto, a idéia não é deixar de usar os produtos, mas sim, possuir menos e compartilhar mais.

wi-Go – Projeto Social com o Kinect

wi-Go – Projeto Social com o Kinect

O universitário português Luis Carlos de Matos criou o projeto wi-Go, utilizando a tecnologia Kinect, da Microsoft.

A idéia do projeto wi-Go é transformar carrinho de supermercado em um robô, utilizando um carrinho elétrico com um notebook e um Kinect, para que ele siga fielmente a pessoa enquanto ela anda pelas prateleiras fazendo as compras.

O projeto visa simplificar o ato de ir às compras para pessoas com dificuldades motoras, gestantes, cadeirantes e idosos.

O vídeo abaixo é uma demonstração de como o projeto funcionará dentro de um supermercado.

Fontes: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI238943-17770,00.html

http://www.tecmundo.com.br/10516-wi-go-carrinho-de-compras-com-kinect-que-segue-cadeirantes-pelo-supermercado.htm

Green Design: a experiência humana é ilimitada.

Green Design: a experiência humana é ilimitada.

Escola nas Filipinas é a 1º construída com garrafas PET usadas.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/escola-nas-filipinas-e-construida-com-garrafas-pet-usadas

Até 2020, aldeia de Kamikatsu, em Shikoku, no Japão, quer zerar produção de lixo.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/ate-2020-aldeia-japonesa-quer-zerar-producao-de-lixo/

Pontes rodoviárias são fonte de energia na Itália capazes de produzir eletricidade para cerca de 15 mil casas da região.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/pontes-rodoviarias-sao-fonte-de-energia-na-italia/

Estes exemplos não são apenas inovações. São inovações com uma preocupação social. De cuidado, preservação e uso racional das fontes naturais de energia e de recursos utilizados pela civilização humana.

Em outras palavras : green design. A possibilidade humana de desenhar, redesenhar, significar e resignificar padrões que todos nós acreditamos imutáveis. Uma ponte liga um extremo ao outro, como ela poderia gerar energia? Os designers propõem reformar a ponte, instalando em toda a sua estrutura de sustentação 26 turbinas eólicas, capazes de produzir energia. Além disso, os 22 quilômetros de pista serão revestidos com painéis solares, que também poderão gerar eletricidade. Como pontes estão constantemente expostas ao sol e ao vento, a previsão é de que se  produza cerca de 40 milhões de kW/h por ano para a região de Calábria, onde está localizada.

Se você acredita que a nossa capacidade é ilimitada para criar e recriar tudo que nos cerca, bem-vindo à Acqua Green Design. Você veio ao lugar certo. Sente-se, desfrute nossas idéias e, quando quiser, divida conosco suas experiências.

Green Nation Fest

Green Nation Fest

Num ambiente colaborativo, o site GreenNation foi criado para unir profissionais, pesquisadores, artistas, estudantes e todos aqueles que produzem conteúdo com a temática: ambiente,  sustentabilidade e questões que envolvam o futuro do planeta.

O primeiro evento promovido pelo o site será o GreenNationFest, em novembro de 2011. A idéia é lançar um concurso cultural com foco nas causas ambientais para sensibilizar as pessoas por meio da arte e do entretenimento.

O concurso será dividido por categorias, como: vídeos, blogs, fotografia e twitter.

O GreenNationFest é uma organização do  Centro de Informação, Cultura e Meio Ambiente, o CIMA: ONG que, há mais de 20 anos, desenvolve ações na área de cultura, educação e meio ambiente em parceria com instituições privadas, governamentais e multilaterais.

Top 20 Trends in 2011

“Vote, Match and Unite: MyVoterNation”

“Vote, Match and Unite: MyVoterNation”

A rede social MyVoterNation poderia ser apenas mais uma entre as várias plataformas criadas na web, mas seu diferencial está na forma que ela integra os usuários.

MyVoterNation é uma plataforma de reflexão social, onde os usuários podem votar sobre temas atuais dos EUA e debater com congressistas, outros eleitores que votarão na eleição de 2012, política internacional etc. Os usuários podem organizar os conteúdos por assunto, tornando mais fácil a interação em torno de crenças e valores acerca de questões sociais. Quando alguém posta um comentário sobre um dos assuntos da rede social, naturalmente cria condições para outras pessoas serem  recrutadas para opinar, debater e votar.

Mais uma maneira democrática de trazer questões relevantes ao alcance da população.

O Design na Construção de Identidade de Marca

O Design na Construção de Identidade de Marca

Praticamente todo brasileiro usa, já usou e conhece aquelas sandálias clássicas, as Havaianas, que de sandália de operário foi reinventada para conquistar consumidores no mundo todo e de todas as classes sociais.

Pelo processo do Design Thinking, a marca trouxe novos conceitos, pensando no consumidor e descobrindo o que agrega valor à ele. Apostou na criação de personalidade em seus produtos com estampas e cores, entretanto, sem deixar seus atributos: como não ter cheiro, não deformar e suas tiras que não soltam.

Até não tem muita novidade, no entanto, o processo de Design Thinking não modificou apenas suas sandálias, também ajudou na criação de um novo produto, desenvolvido em parceria com a IDEO, a intenção era criar uma linha de bolsas que compartilhassem a ousadia das suas sandálias.

Para criar as bolsas, primeiramente, a IDEO buscou entender a essência da marca, entrevistando brasileiros de origens demográficas e socioeconômicas diversas, encontrando pontos em comum entre eles – todos tinham um espírito vibrante e apreciação pela simplicidade, autenticidade, diversão, alegria e prezavam o conforto físico.

Ao invés de gerar apenas idéias, a IDEO resolveu fazer séries de Handstorms, gerando protótipos de bolsas, de vários formatos e materiais, e a avaliação era feita conforme a personalidade da marca. Chegando a um estilo de bolsa simples, sem complicações, desencanada, sempre mantendo sua conexão com a identidade brasileira da marca.

Um Marketing Brilhante para Sustentabilidade

Um Marketing Brilhante para Sustentabilidade

Um Flash Mobs brilhante para um tema clássico. Uma idéia inteligente para chamar a atenção para uma causa muito importante, a quantidade de lixo fabricada no mundo.

Wishcraft – Criamos Bolsas Coletando Lixo Reciclável

Wishcraft – Criamos Bolsas Coletando Lixo Reciclável

Uma forma diferente e sustentável de manter e atrair novos alunos para a escola, a escola particular Cavite Institute, nas Filipinas, criou um projeto inovador, ao invés de pagar as mensalidades com dinheiro, os alunos que não tem condições financeiras podem pagar com lixo.

No Programa “Wishcraft” (siga em inglês de Criamos Bolsas Coletando Lixo Reciclável e Gerado com Frequência) as bolsas de estudos ou os descontos variam conforme a quantidade e o tipo de material reciclável, isto ajuda que estudantes de áreas carentes também possam ter acesso a um ensino de qualidade.

Muitos alunos que podem pagar as mensalidades trazem os lixos da sua casa para doar e alguns estudantes até convidam seus vizinhos e parentes para ajudarem nas coletas destinadas ao pagamento dos seus estudos, tornando o programa colaborativo.

O programa proporciona  acesso a educação, permitindo que crianças e adolescentes que apresentam diferenças sociais possam ter um futuro melhor e conscientizando-os da importância de cuidar do meio-ambiente.

Mais uma iniciativa inovadora para tratar de um dos problemas mais pungentes da sociedade atual.

We All Want to Be Young

We All Want to Be Young

O filme ‘We All Want to Be Young’ é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.

Este filme possui licença aberta pelo Creative Commons.

Roteiro e direção: Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues.

Fonte: box1824.com.br

A onda agora são os cibercéticos ou sempre fomos assim?!

A onda agora são os cibercéticos ou sempre fomos assim?!

Será que estamos vivendo uma era de comunicação tão frenética que chega a parecer doentio? Segundo a socióloga, Sherry Turkle, professora de Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia no Programa Ciência, Tecnologia e Sociedade do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), tudo isso nos torna menos humano e mais depende das tecnologias.

“Um comportamento que se tornou comum ainda é capaz de expressar os problemas que outrora nos levaram a vê-lo como patológico” Sherry Turkle em seu novo livro, “Alone Together” .

Sherry Turkle defende a tese de que essas novas formas de comunicação, Facebook, Twitter e mensagens instantâneas, nos dão a falsa impressão de uma comunicação mais eficaz, no entanto, elas acabam com as interações na vida real, tornando as pessoas cada vez mais solitárias.

Entretanto há outro lado da história, as redes sociais tornaram possível a comunicação entre pessoas que vivem em lugares geograficamente e socialmente diferentes, diminuindo as distâncias existentes no mundo real.

Essa comunicação rápida trouxe as empresas para mais perto do consumidor, nesta “nova era” eles querem ser ouvidos e terem seus problemas resolvidos o mais rápido possível.

Um bom exemplo disto é o caso do Oswaldo Borelli, que utilizou o Youtube e o Twitter para fazer uma crítica sobre a empresa Brastemp, o vídeo rapidamente se disseminou na WEB fazendo que a palavra Brastemp chegasse aos  Trend Topics mundiais do Twitter, a empresa publicou uma nota no seu site pedindo desculpas pelo ocorrido.

No vídeo ele explica toda sua história com a Brastemp:

É por essas e outras que um bom relacionamento nas redes sociais e na vida, depende da capacidade de perceber, compreender, refletir, questionar, agir e transformar. Pra mim, a criação de conhecimento nas redes, como na vida, vai passar sempre por conflitos criativos, por improvisação e liberdade de comunicação.

No fundo, não existe uma nova onda, padrões antigos estão sendo levados para as redes sociais, confirmando a hipótese que o ser humano é plural, ambíguo, paradoxal e cheio de dúvidas.

Apple atinge marca de 10 bilhões de downloads de aplicativos

Apple atinge marca de 10 bilhões de downloads de aplicativos

Apple informou que sua loja virtual atingiu a marca de 10 bilhões de downloads de aplicativos desenvolvidos para seus produtos. O patamar foi atingido em um momento em que a companhia espera que os iPhone e iPad fiquem ainda mais populares com a inclusão, a partir de fevereiro, do Verizon Wireless como operadora.

A companhia já vendeu milhões de iPhones desde o lançamento do produto em 2007 e continua a expandir o uso de aplicativos com o tablet iPad. A loja virtual de aplicativos da Apple atraiu milhares de programadores de software. A loja possui agora mais de 300 mil programas diferentes que podem ser utilizados no iPhone e no iPad. As informações são da Associated Press.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

Sustentabilidade com Diversão

Sustentabilidade com Diversão

Arquitetos vão transformar incineradora de lixo em pista de esqui!

Coisa de primeiro mundo!!!

O escritório BIG Architects foi selecionado para construir uma fábrica incineradora de lixo que vai gerar energia limpa para Copenhagen, na Dinamarca. Até aí nada de novo. Mas, dado à localidade do país – quase próximo do pólo norte – os arquitetos resolveram inovar, com um projeto que deve atrair mais turismo para a cidade.

Eles vão construir uma fábrica que, no inverno, vai servir também como pista de esqui. O telhado será um declive, com diversos níveis para quem quiser esquiar, construído com um material sintético reciclado. O acesso ferá feito através de um elevador ao longo da chaminé da fábrica.

O local deve começar a funcionar – tanto para produzir energia, como para esquiar – em 2016. Até lá, em uma área industrial da capital da Dinamarca, os arquitetos terão a tarefa de lidar com 650 milhões de dólares, para aplicar em tecnologias no tratamento de lixo e no ambiente de diversão.

Fonte: Revista Exame (http://exame.abril.com.br/negocios/inovacao/galerias/design/arquitetos-vao-transformar-incineradora-de-lixo-em-pista-de-esqui)

Crowdsourcing pela Paz e Educação

Crowdsourcing pela Paz e Educação

A PLAYING FOR CHANGE FOUNDATION É DEDICADA A CONECTAR O MUNDO ATRAVÉS DA MÚSICA, DISPONIBILIZANDO RECURSOS PARA MÚSICOS E SUAS COMUNIDADES AO REDOR DO MUNDO.

Uma década atrás, um pequeno grupo de documentaristas partiu com um sonho para criar um filme enraizado na música das ruas. Não somente este sonho foi realizado, ele desabrochou como uma sensação global chamado Playing For Change . Incluindo músicos de todos os níveis de renome, o movimento  tocou as vidas de milhões de pessoas ao redor do mundo.

Enquanto viaja pelo mundo filmando e gravando músicos, o grupo tornou-se intimamente envolvido com a música e as pessoas de cada comunidade visitada. Embora muitas dessas comunidades têm recursos limitados e um padrão de vida modesto, as pessoas que nelas vivem  são  cheias de calor, generosidade e, acima de tudo,  estão ligados por uma linha comum: a música.

O Playing For Change Foundation nasceu e fez sua missão de assegurar que qualquer pessoa com o desejo de receber uma educação musical tenha  a oportunidade de fazê-lo. A Playing For Change Foundation dedica-se à idéia fundamental de que a paz e asmudanças sociais são possíveis por meio  da linguagem universal da música.

Fonte: http://playingforchange.org/ – tradução livre

Primeiro Vídeo Criado

O Vídeo Mais Recente com Participação de vários Músicos Brasileiros

Save as WWF, save a tree

Save as WWF, save a tree

Quantas vezes já fizemos impressões desnecessárias de arquivos que nem usamos mais?

Foi pensando nisso que a WWF desenvolveu o projeto “Save as WWF, save a tree”, que criou um formato de arquivo próprio, o .WWF, ecologicamente correto, qualquer arquivo neste formato não pode ser impresso e quem recebê-lo também  terá  a opção “imprimir” bloqueada do mesmo.

A WWF sempre com iniciativas criativas para melhorar a conscientização.

Design Thinking e Organizações Inovadoras Sustentáveis

Design Thinking e Organizações Inovadoras Sustentáveis

Palestra realizada para o Canal Rural na campanha “Baixe Uma Semente”, em São Paulo, Janeiro/2011

Canal Rural neutraliza 442 toneladas de CO2 em ação inédita

Canal Rural neutraliza 442 toneladas de CO2 em ação inédita

Ação “Baixe uma Semente” neutralizou o carbono emitido por profissionais de agências, e sorteou entre os participantes uma viagem ao resort Tiwa, no Amazonas

Dirigida aos profissionais do mercado publicitário, a ação “Baixe Uma Semente”, promovida pelo Canal Rural para neutralizar emissões de dióxido de carbono (CO2), chegou ao final. Foram plantadas 1.105 sementes virtuais nas oito semanas de campanha – o que significa que 2.210 árvores reais serão plantadas no município de Prado Ferreira, no interior do Paraná. Cerca de 600 profissionais do mercado publicitário e de marketing baixaram suas sementes e neutralizaram suas emissões semanais de CO2.

De acordo com estimativas da consultoria Max Ambiental, cada profissional do setor emite uma média semanal de 500 kg de carbono, que podem ser neutralizados com o plantio de duas árvores. Assim, durante as oito semanas que durou a campanha, para cada semente virtual baixada do site www.baixeumasemente.com.br, o canal planta duas espécies da Mata Atlântica.

A campanha, que teve como slogan “Com um clique, o Canal Rural neutraliza sua semana”, ofereceu também prêmios aos profissionais e agências participantes. O vencedor da viagem ao Tiwa Amazonas Ecoresort em Manaus foi Georlei Haddad, gerente de marketing da Dow AgroScience, que escreveu a frase que foi escolhida pelo júri como a mais criativa sobre o tema “Sustentabilidade e Inovação”.

Já a empresa com maior número de sementes plantadas durante a ação foi a RN Comunicação Total, que foi premiada com um workday sobre inovação e sustentabilidade com Moysés Simantob, professor da FGV-EAESP e coordenador do Fórum de Inovação (FGV). O professor Moysés Simantob é co-autor dos livros “Organizações Inovadoras”, “Guia Valor de Inovação nas Empresas” e coorganizador das séries “Organizações Inovadoras Sustentáveis” e “Organizações Inovadoras do Setor Financeiro”. Atua em projetos internacionais em parceria com professores da London Business School.

Pioneiro na conquista do selo CarbonoNeutro®, o Canal Rural tem o objetivo de atrair mais uma vez a atenção para formas inovadoras de disseminar a prática de ações de sustentáveis. “Em 2008, o Canal Rural foi a primeira emissora de TV brasileira a neutralizar suas emissões de carbono. A preocupação com sustentabilidade está em nosso DNA, até mesmo em função do foco de nossa programação”, afirma Nilson Moysés, diretor de Mercado do Canal Rural.

As árvores plantadas ao longo da campanha farão parte de um projeto socioambiental, fruto de uma parceria com a consultoria Max Ambiental e com a Gerar, uma OSCIP que desenvolve ações sociais, culturais e ambientais.

Fonte: Núcleo RBS de Divulgação

Apresentação à Edição Brasileira

Apresentação à Edição Brasileira

Apresentação à Edição Brasileira

A compreensão histórica que temos da área de Design é geralmente relacionada à criação de objetos com uma forma e estética diferenciadas. Esse conceito, que durante muito tempo dominou a área, limita o escopo e os resultados possíveis através do uso do Design como diferencial competitivo. Atualmente, alguns autores e empresas entendem o Design como uma função que envolve um caráter empreendedor e estratégico, dentro ou fora de uma organização. Essa visão permite, por exemplo, desenvolver a noção de valor além do produto, buscando a agregação de valor de distintas maneiras, como por meio de serviços e experiências diferenciadas. Essa perspectiva pode ser associada a empresas, ou mesmo a cidades. Perceber um território, por exemplo, como um espaço a ser projetado para maior agregação de valor para uma determinada região caracteriza-se como Design Territorial. Projetar esses serviços, essas experiências e comunicá-las, é papel do designer. A partir desse novo contexto, faz-se necessário ampliar não apenas o conceito, mas o escopo de atuação e a compreensão da área nas diferentes organizações. O design passa a ser fator estratégico para as empresas
É dentro desse espaço em que está inserido o livro Gestão de Design, uma das principais obras na área, escrito pela professora e pesquisadora Brigitte Borja de Mozota. Além de apresentar um panorama histórico e sistêmica da área de Design como um todo, o livro explora os relacionamentos da área com elementos fundamentais para a competitividade: marketing, inovação e estratégia. Além disso, discute diretamente conceitos e métodos relacionados a gestão do Design e, em especial, sua administração estratégica. Dessa forma, amplia sua aplicabilidade, passando de elemento operacional no cotidiano empresarial para fator estratégico sobre sua competitividade.
Uma característica importante do livro é o uso de casos para ilustrar os diferentes níveis de aplicação do design. Inúmeros são os casos internacionais apresentados pela autora, como por exemplo, as empresas Alessi, BMW, Braun, Philips, IBM, Renault, Motorola, Nike, Nissan, PRADA, Ralph Lauren, RCA Thomson, Shell e SONY.
Entretanto, a versão em Português, possui ainda um conjunto de casos desenvolvidos por pesquisadores da área de Design no Brasil. Esses casos ilustram a aplicação dos seus conceitos em organizações localizadas no Brasil e constituem, por tanto, uma base de dados diferenciada para a compreensão do papel do Design em organizações com as características que temos em nosso país. Cabe salientar que, embora os casos sejam reais e apresentem uma forte relação com o uso do design, a maioria deles foi escrita exclusivamente para o presente livro.

Convém ainda reforçar dois pontos. O primeiro deles, é a relevância internacional do presente livro. Compreendido como uma das principais obras sobre o tema, a obra possui versões em diversos idiomas, o que amplia sua inserção e permite um compartilhamento e ampliação maior de conteúdos e práticas. Além disso, a autora é uma das pioneiras na produção de conhecimento na área de Gestão de Design, com o lançamento da primeira obra sobre o tema em 1990. É uma figura expoente dentro da principal organização internacional de difusão do conhecimento em Gestão de Design, o Design Management Institute, tendo coordenado o conselho de pesquisa da instituição. Possui expressiva produção acadêmica atuando como docente e pesquisadora em distintos fóruns da área, como a European Academy of Design e Design Management Europe Award, bem como atuando com diretora de pesquisa da Parsons Paris School of Art + Design e docente da Université Paris Ouest.

Esperamos que todos tenham uma excelente leitura e que sejam agentes do processo de consolidação da área de Design, em nosso país, como área estratégica e associada a ampliação de nossos diferenciais competitivos em escala local e global.

Moysés Simantob (Fundação Getúlio Vargas – São Paulo)
Gustavo Severo de Borba (Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)
Filipe Campelo Xavier da Costa (Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Batelco – Infinity

Batelco – Infinity

Simplesmente fantástico esse comercial para a empresa de telecomunicações Batelco de Bahrain, que tenta levar para o ‘mundo real’ todos os desejos que as pessoas possuem.

São mais de três minutos de cenas impressionantes dignas de grandes produções hollywoodianas:

Fonte: comunicadores.info

Sustentabilidade: qual o real valor para seu negócio?

Sustentabilidade: qual o real valor para seu negócio?

Sustentabilidade: qual o real valor para seu negócio?

Palestra realizada para Kantar WorldPanel no lançamento do GreenTermometer em São Paulo, Outubro/2010

A companhia de energia elétrica que abriu uma academia

A companhia de energia elétrica que abriu uma academia

Verdade seja dita: ninguém pensa em companhias de energia elétrica. Você só lembra que ela existe em duas situacões: quando falta luz ou quando chega a conta. E geralmente a lembrança vem acompanhada de adjetivos nada elogiosos.

É aqui que entra a bacaneza dessa ação lá da Suécia. Os caras fizeram uma academia de ginástica onde você produz sua própria energia correndo ou pedalando. Tem mais: toda a energia que você produz é deduzida da sua conta no fim do mês.

Pra divulgar isso eles fizeram o serviço completo: Twitter, Facebook, aplicativo mobile. Aliás, eles fizeram mais.

Já que o assunto é energia, eles estenderam a produção para energy drinks e energy bars. Não acho que seria o suficiente para me levar rotineiramente para uma academia. Mas que é uma bela idéia para fazer as pessoas se envolverem um pouco mais com a produto, isso é.

A criação (que não é exatamente nova e ganhou o Future Lions da AKQA no ano passado) é da Berghs School Of Communication da Suécia.

Fonte: Via brainstorm9

The Fun theory

The Fun theory

Uma maneira criativa de superar as barreiras cognitivas

A Volkswagen criou uma iniciativa inusitada, o The Fun Theory Project, para tornar a vida das pessoas mais “fun”.  Como? Subir numa escada pode ser chato para algumas pessoas, mas e se a escada se tornasse teclas de um piano?! Uma abordagem emocional e divertida de superar os  bloqueios do campo cognitivo.

Uma inovação social que gerou resultados de conscientização na população sobre a questão ambiental. Acima, redução no uso energia e abaixo, reciclagem de embalagens.

É possível uma empresa viver com esta marca?

É possível uma empresa viver com esta marca?

Comentei na Revista IstoÉ sobre lições aprendidas no caso BP.

Assim como a petrolífera BP, responsável por cenas como a desta página, grandes corporações investem alto em profissionais com uma missão cada vez mais importante: limpar sua imagem do ponto de vista socioambiental

TRAGÉDIA
Pelicano sujo de petróleo no Golfo do México:
imagem da BP ficou abalada para sempre

A sigla BP estará para sempre associada à imagem de animais cobertos de petróleo, agonizando durante a maior tragédia ambiental dos Estados Unidos. Em abril, um poço da petrolífera explodiu no Golfo do México. O fato foi sucedido por um vazamento que durou três meses. Apesar de não sofrer com imagens sendo exibidas por tanto tempo, o caso da Nike também é emblemático. Ainda é difícil não ligar a marca a pessoas trabalhando em condições precárias em fábricas na Ásia, desde que denúncias começaram a pipocar em meados dos anos 90. Evitar um grande prejuízo à imagem é um dos motivos
pelos quais as empresas investem cada vez mais em políticas de responsabilidade ambiental e social. “Temos que dissociar nosso crescimento de recursos naturais não renováveis”, disse à ISTOÉ Hannah Jones, VP de inovação e negócio sustentável da Nike, em visita recente ao Brasil.

Graças a Hannah, que chegou à empresa em 1998, a Nike vem se destacando em projetos sociais, melhorias nas condições trabalhistas de seus prestadores de serviço e no uso responsável de matérias-primas – a empresa não compra couro de produtores da Amazônia, por exemplo. “Embora ainda não se possa dizer que seja um caso exemplar, a Nike está fazendo a parte dela”, analisa Moysés Alberto Simantob, professor de inovação e sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas.

MUDANÇA Hannah
Jones, da Nike: melhoria nas condições de
trabalho é uma das suas prioridades

A BP está pagando caro por tratar a sustentabilidade como mera ferramenta de marketing. Seu valor de mercado caiu pela metade desde o acidente. Em 2000, a empresa mudou o significado de sua sigla de British Petroleum (petróleo britânico) para Beyond Petroleum (além de petróleo). A campanha, orçada em torno de US$ 200 milhões, queria enfatizar que a petrolífera investiria pesadamente em fontes de energia alternativas. Um estudo posterior, no entanto, mostrou que apenas 1% dos investimentos da BP era voltado para energia solar, enquanto 93% continuavam na matriz de sempre: petróleo.

Segundo Simantob, o caso da BP ensina algumas lições. Uma delas é que a sustentabilidade deve ser uma política de longo prazo. “Ficou provado que não havia um plano de contingência em caso de acidente”, diz o especialista. Outra, é que a credibilidade da empresa perante os investidores fica profundamente abalada depois de um acontecimento desse porte. Para sanar parte do problema, a relações-públicas Anne Womack-Kolton, que já trabalhou para o ex-vice-presidente americano Dick Cheney, foi contratada em junho com a complicada missão de tornar a empresa mais bem-vista aos olhos da opinião pública.

A prova de que mesmo empresas que realizam atividades de grande impacto ambiental podem ter uma imagem mais “verde” é a mineradora Vale. Apesar de suas escavações para extração de ferro, níquel, bauxita e manganês usarem máquinas pesadas movidas a combustíveis fósseis, a empresa tem bons indicadores de sustentabilidade. Um exemplo são os US$ 720 milhões que serão investidos até 2012 para a criação de três centros de pesquisa de tecnologias limpas. Já a previsão de investimentos na área social neste ano é de US$ 170 milhões. Vale, Nike e BP são três casos que mostram diferentes estágios da compreensão pelas empresas da importância da sustentabilidade. “Estamos todos apenas no começo de uma jornada”, define Hannah, da Nike.

Inovação Social

Inovação Social

É preciso uma transformação social para resolver os problemas, como: exclusão social, democracia, participação cívica e falta de qualidade de vida, mas para isso é necessário modificar os modelos atuais.

A Inovação Social ajuda a encontrar novas soluções com parcerias público-privadas que pretendem estimular descobertas de técnicas e metodologias que favoreçam uma mudança social e o desenvolvimento sustentável.

Utilizar a criatividade do setor privado e dos empreendedores sociais para criar uma idéia de como melhorar o serviço público que é prestado atualmente.

Estas transformações também podem ser desenvolvidas com a ajuda da comunidade, encontrando no cotidiano, formas simples de melhoria das condições de vida.

O empreendedorismo social acredita que coisas novas e eficientes podem gerar um aumente na produtividade nos setores públicos e de caridade, muitos destes empreendedores são conhecidos até hoje por suas inovações sociais.

Muhammad Yunus é um bom exemplo disto, sempre que possível utilizo e indico seus livros e cases nas minhas aulas, palestras e clientes, Yunus é fundador do Grameen Bank, que foi ganhador do prêmio Nobel da paz.

Também temos um exemplo nacional, a Teia MG, com o objetivo disseminar os conhecimentos sobre empreendedorismo, tecnologia e Inovação,  apresentando a comunidade meios de construir um conhecimento coletivo através da web colaborativa.

Graves problemas sociais têm sido resolvidos por projetos inovadores, no entanto, os resultados gerados não são os esperados, mesmo com o grande fluxo de boas idéias.

FIEMG – Empresas debatem sustentabilidade e inovação

FIEMG – Empresas debatem sustentabilidade e inovação

Cerca de 130 pessoas, entre empresários, dirigentes de classe, integrantes do Poder Público e colaboradores de empresas de diferentes segmentos do Vale do Aço participaram nesta terça-feira, 14, do Seminário de Responsabilidade Social Empresarial promovido pela Fiemg Regional Vale do Aço e Comitê de Responsabilidade Social Empresarial na Fundação ArcelorMittal Acesita, em Timóteo.

Com o tema “Sustentabilidade, Governança e Inovação”, o seminário, que teve a abertura do presidente da Fiemg, Luciano Araújo, contou com a palestra de Moysés Simantob, co-fundador e atual coordenador executivo do Fórum de Inovação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP) e co-autor do Guia Valor Econômico de Sustentabilidade nas Empresas.

Engenheira Mecânica pela Escola Politécnica da USP, Mestre em Administração pela FEA/USP, com treinamento como docente pela Harvard Business School, Cristina Fedato, que é instrutora da rede Ethos/Uniethos e consultora de empresas para Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa, discorreu sobre o tema “Gestão da Sustentabilidade na Cadeia de Valor”.

Para o presidente da Fundação ArcelorMittal Acesita, Anfilófio Salles, o seminário regional é uma oportunidade de as empresas e seus colaboradores conhecerem temas atuais sem precisar se deslocar aos grandes centros. “Se um evento desses ocorresse em Belo Horizonte, dificilmente os empresários e seus funcionários teriam como participar. E acontecendo aqui é uma possibilidade de multiplicar. É uma importante ação da Fiemg no intuito de disseminar esse conhecimento nas regionais”, frisa.

Coordenadora do Núcleo de Responsabilidade Social do Sistema Fiemg, Marisa Seoane Resende, destacou que o seminário busca refletir por meio de exemplos práticos e também servir de inspiração. “O envolvimento das empresas do Vale do Aço é muito bom. A gente tem um público de pessoas que trabalham nas empresas muito significativo. Isso demonstra um envolvimento não só no Seminário, mas também em outras ações, como o Dia V e o Comitê de Responsabilidade Social.”

Realizado a cada dois anos nas regionais da Fiemg, os eventos locais são uma espécie de “aquecimento” para o seminário internacional que sempre ocorre em Belo Horizonte. Além de Moysés Simantob e Cristina Fedato, o público conferiu uma mesa de debates sobre o tema “A nova era da Responsabilidade Social mútua e o papel do consumidor”, com Fabián Echegaray, da Market Analysis, e Márcio Reis, do Instituto Akatu. Já a representante do Sesi e Centro de Integração e Apoio ao Portador de Deficiência, Jackeline Figueiredo Barbosa Gomes, discorreu sobre “Inclusão social no ambiente de trabalho”.

Patrocinado pela Fiemg, Sesi, Usiminas, ArcelorMittal Inox Brasil e Mendes Júnior, o Seminário de Responsabilidade Social Empresarial do Vale do Aço teve o apoio da Ebec e do Instituto Cenibra.